RETORNO

A TODOS QUE VEM VISITANDO O BLOG, VENHO POR MEIO DESTA POSTAGEM AGRADECER A TODOS E DIZER QUE DEVIDO A PROBLEMAS DE SAÚDE INTERROMPI AS ATUALIZAÇÕES DAS DUAS ÚLTIMAS SEMANAS. GRAÇAS A DEUS VOLTEI E TENHO MUITAS NOVIDADES SOBRE CINEMA PARA TRAZER A TODOS. FIQUEM ATENTOS. WELCOME BACK !!!

GORDO E MAGRO

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O prazer de assistir um filme sempre foi diretamente ligado à expectativa da plateia. Com mais de 100 anos contados desde a histórica invenção dos irmãos Lumiére, essa expectativa mudou com altos e baixos, perdas e ganhos, conquistas e fracassos, numa eterna dicotomia que indica os valores de cada geração diante da magia da sétima arte. Desde o olhar maroto de Carlitos, o eterno vagabundo, até o requinte atual do CGI (computer generated image) que abriu a caixa de Pandora, muita coisa ficou esquecida e merece ser lembrada.

Charles Chaplin : A Emoção é o maior efeito especial.

Charles Chaplin : A Emoção é o maior efeito especial.

A tecnologia deu fôlego renovado para o cinema de animação. A hegemonia da Disney acabou com a cada vez mais frequente presença de outros estúdios no gênero como a Fox, a Dreamworks e a Universal. Mickey Mouse deixou de reinar absoluto na desenholândia e não foi por uma cilada armada mas pelo investimento maior que gerou Ogros, megavilões regenerados e refugos da era glacial. O ganho foi para o público cinéfilo que redescobriu a animação, antigamente pensado ser um gênero só para o público infantil, e hoje ampliado para os pais que despertam para esse belo lado,  antes adormecido, que como Peter Pan, se recusa a crescer.As comédias, por outro lado, perderam seu lado família que a dupla Martin & Lewis sabia fazer e que fizeram sucesso no cinema nos anos 50 e, muito depois, na Tv brasileira nas incontáveis e saudosas tardes dos anos  70 e 80. Jim Carrey nunca escondeu sua admiração por Jerry Lewis e fez do humor careteiro sua marca registrada. Entre atropelos e escorregões, foi todo-poderoso em vários filmes de sucesso mas mesmo assim nunca conseguiu reproduzir a mesma fórmula de sucesso de seu ídolo. Mas, herdou deste o mesmo tratamento preconceituoso recebido pelos acadêmicos que nunca deram o devido valor a Jerry e nunca reconheceram excelentes atuações de Jim Carrey, sempre esnobado pela elite de Hollywood. Mesmo Eddie Murphy viu sua carreira se desmanchar em diversos erros mesmo refilmando Lewis em “O Professor Aloprado” e, assim como este, sendo versátil ao interpretar vários papéis em um mesmo filme. As paródias, então, se voltaram para o público adolescente e ficaram bobas, perdendo aquela criatividade esbanjada por Mel Brooks, Gene Wilder e a antiga geração do Saturday Night Live, que ou envelheceu, ou perdeu seu público ou morreu deixando saudosos nomes como Chevy Chase, Goldie Hawn, Madeline Khan, Dan Acroyd, John Belushi, Richard Pryor, etc.

Clássicos da Sessão da Tarde

Clássicos da Sessão da Tarde

O terror sobrevive nas telas impulsionado pelo requinte dos efeitos digitais mas , em vez de explorar o medo primitivo que habita cada um de nós, se deixa levar pelos sustos fáceis e desprovido de atores que se especializaram em caracterizações assustadoras e que deixavam gravadas no imaginário popular a essência do pavor, como Christopher Lee, Vincent Price, Boris Karloff, Peter Cushing e outros que impressionavam mais que os recursos digitais. Para quem viu, deixaram saudades a ingenuidade de Laurel & Hardy, a poesia Chapliniana, a manipulação Hithcockiana, a ousadia de Wells, a imponência de Ford, a edificação de Capra etc.

O olhar do medo

O olhar do medo

Pode parecer pelo texto, mas não sou avesso à tecnologia e aos avanços técnicos que desde o início do cinema revolucionaram a maneira de fazer e ver filmes, do contrários ainda estaríamos assistindo a filmes mudos que não poderiam explorar a sensação auditiva de diversos gêneros e subgêneros que surgiram. O IMax, o 3D e outras conquistas têm seu valor e graças a eles vivemos de forma intensa a magia do escurinho do cinema. O que discuto é deixar o lado humano e criativo em segundo plano devido a pressões comerciais e clichês óbvios que desprestigiam talentos em favor da forma. Se bastasse uma conversão a 3D, tantos filmes não teriam sido fracassos titânicos porque não conseguiram atingir as necessidades da plateia. Gênios indomáveis ainda conseguem fazer da técnica uma aliada da narrativa como J.J.Abrams, Peter Jackson, Christopher Nolan e veteranos como Steven Spielberg e Martin Scorcese, capazes de nos mostrar que o hábil ilusionista continuará a fazer do cinema a maior diversão e provar para as plateias que o sonho funciona.

 

ESTRÉIA DA SEMANA – 29 DE MARÇO

G.I.JOE – A RETALIAÇÃO

Os Comandos em Ação

Os Comandos em Ação

(G.I.Joe – Retaliation) EUA. 2013. Dir: Jon M. Chu. Com Dwayne Johnson, Bruce Willis, Adrianne Palicki, Ray Park, Lee Byung-Hun, Arnold Vosloo, Jonathan Pryce, Channing Tatum.
Os Joes são atacados e mortos em todos os lugares depois que os Estados Unidos desconsideram um plano mundial de desarmamento e ameaçam a segurança mundial. Tudo isso é parte do plano dos Cobras, que substituiu o presidente americano por um sósia, para a dominação global, desbaratando seus rivais e deixando que a acusação de traição caia sobre esses. Roadblock (Johnson) e alguns Joes sobreviventes pedem ajuda do primeiro Joe, vivido pelo eterno duro de matar Bruce Willis, para virar o jogo a seu favor e salvar o mundo. Sequência de “G.I.Joe – A Origem do Cobra” de 2009 que foi muito criticado pelo roteiro fraco que praticamente não se levava a sério. A sequência muda o foco, sem utilizar o recurso cômodo dos “reboots”, redirecionando a franquia com novos protagonistas. O novo filme dos Joes, deveria ter estreado ano passado quando foi subitamente suspenso para conversão em 3D e, segundo consta, para reestrutarar a edição e até mesmo a história. O resultado vamos conferir. Curiosamente, o diretor do filme é o mesmo do documentário sobre Justin Bieber (Never say never).

O ÚLTIMO ELVIS

Elvis Forever

Elvis Forever

(El Último Elvis) Arg. 2012. Dir; Armando Bo. Com John McInerny, Griselda Siciliani, Margarita Lopez.
Cantor cover de Elvis Presley chega aos 42 anos ( a idade com a qual o rei do rock faleceu) com o choque de perceber que sua vida não pode mais seguir à sombra de seu ídolo. Chega assim a necessidade de resgatar a própria identidade esquecida após anos vivendo a vida de outra pessoa. Esse filme argentino curioso foi vencedor do Horizons Award no Festival de San Sebastián, tendo sido indicado ao Grande Prêmio do Júri do Festival de Sundance, méritos admiráveis que chamam a atenção da mídia e mais ainda dos milhares de fãs de Elvis Presley. O filme fala de idolatria, deixando o aspecto psicológico como uma leitura interessante para a história que pode refletir nossa própria busca por ser alguém melhor, diferente do mundano, do comum.

JACK – O CAÇADOR DE GIGANTES

Mais um conto infantil

Mais um conto infantil

(Jack – The Giant Slayer) 2013. Dir: Bryan Singer. Com Nicolas Hoult, Ian McShane, Ewan McGregor, Stanley Tucci, Bill Nighy, Eleanor Tomlinson.
 A clássica história do jovem que ganha sementes de feijão mágico e vai parar em um castelo acima das nuvens habitado por gigantes é mais um título dessa onda de adaptações de contos infantis. Apesar dos efeitos digitais em 3D, do elenco que reúne grandes nomes e da direção de Bryan Singer (XMen, XMen2, Superman Returns), o filme naufragou nas bilheterias americanas com um orçamento estimado em $195 milhões. A chegada ao mercado internacional pode minimizar as perdas mas ainda assim, indica que o público pode estar se cansando dessas releituras das fábulas que já levou às telas Chapeuzinho Vermelho, João & Maria e duas versões de Branca de Neve (Lily Collins & Kristen Stewart).

A HOSPEDEIRA

Não é Crepúsculo. Mas será que é bom ?

Não é Crepúsculo. Mas será que é bom ?

(The Host) 2013. EUA. Dir: Andrew Niccol. Com Saoirse Ronan, Max Irons, Frances Fisher, William Hurt, Jack Abel.
Em um mundo onde as mazelas humanas (doença, fome) foram erradicadas, os seres humanos compartilham seus corpos com seres extraterrestres que mantêm assim o equilíbrio global. Uma simbiose produtiva ou um articulado plano de dominação mundial ? Surge uma mulher (Ronan) capaz de resistir a esse controle e que pode ser a chave para outros humanos ainda não dominados. Adaptação do romance homônimo de Stephanie Meyer (a mesma autora da recém concluída saga Crepúsculo) que foi eleito pelo site Amazon um dos melhores livros do mês de Maio de 2009, chegando a um número admirável de vendas que lhe garantiu o título de Best-seller. Embora Stephanie Meyer não tenha escrito ainda nenhuma sequência, espera-se que – o filme alcançando o sucesso previsto – não demore muito a se tornar uma lucrativa franquia. O diretor do filme é o mesmo de “O Senhor das Armas”.

DENTRO DE CASA

dentro de casa
(Dans La Maison) Fr. 2013. Dir: François Ozon, Com Kristin Scott Thomas, Emmanuele Seigner, Fabrice Luchini.
 Adolescente passa a frequentar casa de colega de classe para escrever sobre a família deste. Esse filme francês foi indicado a Melhor Filme no Festival de Londres e saiu-se vencedor do prêmio de Melhor Filme e Melhor Roteiro no Festival de San Sebastián.

por adilson69

OZ : MUITO ALÉM DO ARCO ÍRIS

Há 74 anos descobrimos, além do arco-íris, um mundo habitado por bruxas e seres mágicos , saído da imaginação do escritor norte-americano L.Frank Baum e que agora retorna em uma superprodução da Disney, dirigida pelo talentoso Sam Raimi, o mesmo que esteve por trás das câmeras da trilogia do Homem Aranha encarnado por Tobey Maguire. A história original já havia sido adaptada em 1925, ainda na época do cinema mudo mas a versão mais conhecida até hoje á a de 1939 , produto do apuro técnico e criativo dos estúdios da Metro, regida na época pelo lendário Louis B. Mayer.

Um Quarteto Fantástico

Um Quarteto Fantástico

O FILHO CLÁSSICO :. A pequena Dorothy Gale (Judy Garland), inconformada com o destino de seu cão de estimação Totó, levado de seus braços pela malvada Sra Guilch (Margaret Hamilton), é apanhada por um furacão que os tira do mundo real e os leva para um reino encantado, realçado por todo o esplendor do Technicolor (processo de coloração que perdurou até os anos 60). Em sua chegada, Dorothy acidentalmente mata a bruxa malvada do leste, sendo recibida como heroína pelos Munchkins, povo anão que habita a região. Glinda (Billie Burke), a bruxa boa recebe Dorothy e a presenteia com os sapatinhos de rubi, que lhe conferem imunidade ao poder da invejosa bruxa má do oeste que deseja os sapatos mágicos para si. Apesar de todo o encantamento do local, Dorothy só deseja uma coisa: voltar para o Kansas. Seguindo a estrada de tijolos amarelos, Dorothy parte em busca do único capaz de enviá-la de volta, o poderoso mágico de Oz (Frank Morgan), que vive recluso na cidade das Esmeraldas. Ao longo do caminho, Dorothy e Totó fazem novos amigos : O espantalho (Ray Bolger) que deseja um cérebro, o homem de lata (Jack Haley) em busca de um coração e o leão covarde (Bert Larh) que quer ser corajoso.
A amizade os une através dos perigos e das dificuldades que surgem para impedir que cada um tenha seu sonho realizado. O tal mágico lendário e poderoso se revela um farsante vindo também do mundo real, e que através de truques de ilusionismo criou para si a fama de ser um grande feiticeiro. Após enfrentarem a bruxa má do oeste, o grupo recebe os presentes que buscam simplesmente percebendo que sempre tiveram tudo dentro de si, só não percebiam. No final, Dorothy e Totó voltam para casa, mas fica uma dúvida : tudo o que aconteceu foi de verdade ou tudo não passou de um sonho de Dorothy, que vestiu seus entes queridos e desafetos como os personagens daquela estranha terra ?
O filme da Metro não foi um sucesso tão grande na época de seu lançamento, tendo custado em torno de $2.777,00, altíssimo para a época. Contudo, a história lhe fez jus e “O Mágico de Oz” ganhou força ainda maior quando exibido na Tv, principalmente na época do Natal. Teve 6 indicações ao Oscar (melhor filme, direção de arte, fotografia, efeitos especiais, trilha sonora e canção) mas ganhou apenas os dois últimos citados. Também recebeu indicação para a Palma de Ouro em Cannes, mas não levou. Embora a direção tenha sido assinada por Victor Fleming (o mesmo de “E O vento Levou”), o filme foi como muitos , então, fruto do estúdio que o realizou com cenas filmadas também por George Cukor, King Vidor (o prólogo em preto e branco) e Richard Thorpe. Curiosamente, na história original, os sapatos mágicos de Dorothy são prata e não de rubi. Esta mudança foi feita pela MGM para assim aproveitar todos os recursos do Technicolor, realçando os elementos de cena durante a estadia de Dorothy em Oz. Todo o cenário assim parece ganhar vida acentuando o efeito desejado pelo estúdio de que o mundo de Oz é mágico, diferente do mundo real retratado em preto e branco, seco, árido.

A HISTÓRIA ORIGINAL: O livro original de L.Frank Baum (1856-1919) chamava-se “The Wonderful Wizard Of Oz” e foi publicado pela primeira vez em 17 de maio de 1900. Lyman era seu primeiro nome, que lhe foi dado como homenagem a seu tio, mas ele nunca gostou e, por isso, sempre assinou apenas a primeira letra apenas preferindo o nome do meio, Frank. O sucesso foi imediato e dois anos depois Baum o adaptou para a Broadway na forma de musical, correndo o país de costa a costa com o espetáculo. O autor colheu os frutos de seu trabalho e logo escreveu a sequência da história que se desdobrou em um total de 13 livros publicados até 1919, ano de sua morte, sendo que o último livro “Glinda of Oz” foi uma publicação póstuma.
A história de Dorothy é a busca pelo sonho que move a todos. Seus amigos (o espantalho, o homem de lata e o leão) são arquétipos dos valores que norteiam crianças e adultos. A inteligência, o coração e a coragem são as qualidades que definem o próprio heroísmo e sem o qual o mal, representado pelas bruxas, vencem. Na vida real também são essas as qualidades que nos guiam através dos obstáculos e que tornam Oz uma parábola das dificuldades e anseios do mundo adulto, talvez aí a razão do grande apelo da história.

O Verdadeiro Mágico era o autor

O Verdadeiro Mágico era o autor

AS SEQUÊNCIAS. Em 1974, o estúdio de animação Filmation realizou uma sequência animada entitulada “Journey Back to Oz”, exibida frequentemente nos tempos áureos da Sessão da Tarde da Rede Globo. A história se baseou no segundo livro de Baum “The Marvelous Land of Oz” que introduzia novos personagens como o Cabeça de Abóbora e trazia Liza Minelli (filha de Judy Garland) na voz de Dorothy. O elenco ainda reunia outros nomes conhecidos da Tv americana da época como Milton Berle, Paul Lynde, Ethel Merman, Mickey Rooney, Mel Blanc (voz em inglês de Pernalonga e Patolino) e , inclusive, Margaret Hamilton, atriz do filme de 1939 que fazia a bruxa má do oeste. Faz muito tempo que esse desenho não é exibido na Tv, tendo os direitos sido adquiridos recentemente pela Dreamworks Animation.
Elementos desse segundo livro foram misturados ao terceiro “Ozma of Oz” e formaram o filme live-action “Return to Oz”, da Disney realizado em 1985, dirigido por Walter Murch e trazendo a desconhecida Fairuza Balk como Dorothy. Foi na ocasião eleita a sequência cinematográfica que mais tempo demorou a ser realizada, exatos 46 anos depois do filme de Judy Garland. Para o filme, a Disney teve que pedir permissão para utilizar os sapatinhos de rubi cujos direitos pertencem à Metro.
A mesma Disney agora traz de volta o mundo de Oz mas o filme de Raimi, embora traga é claro elementos da história original, que já é de domínio público, serve na verdade como prelúdio, uma prequela como é comum na indústria Hollywood atualmente e quem sabe consiga reviver aquela magia da infância de nos fazer crer que além do arco íris, na terra em que habitam as canções de ninar, possamos viver novamente um doce sonho que somente a fantasia de quem é puro de coração possa ter a coragem de viver.

Retorno animado a Oz

Retorno animado a Oz

TRÍVIA

1) Em 1973, o cantor e compositor inglês Elton John lançou “Goodbye Yellow Brick Road” , uma clara alusão à história do Mágico de Oz transposta para um contexto em que a vida no campo contrasta com a vida e as desilusões da cidade grande, parábola para OZ. O grupo de rock “Pink Floyd” em seu clássico “The Dark side of the Moon” , do mesmo ano que a canção de Elton John, tem várias de suas canções com conteúdo alusivo à obra de L.Frank Baum. O grande mistério aqui é que nunca se soube se, nesse caso, foi intencional ou não, chegando ao ponto que algumas das canções parecem se encaixar perfeitamente a passagens da história do filme.

2) Jack Haley ( O Homem de lata) e Judy Garland (Dorothy) tiveram suas vidas entrelaçadas também fora das telas quando Jack Haley Jr e Liza Minelli (filha de Judy) se casaram.

3) O filme da Metro eternizou sua estrela, Judy Garland, aos 17 anos na época, como uma das maiores de Hollywood. Sua voz cantando “Over the Rainbow” fez desta a maior canção do cinema em eleição feita pelo AFI (American Film Institute) em 2004.

4) Foi anunciado recentemente a conversão para 3D do clássico de 1939 para lançamento no formato BluRay ainda neste ano.

Os Trapalhões em Oz

Os Trapalhões em Oz

5) Oz foi frequentemente revisitado em outras produções: Em 1978, durante o movimento cultural conhecido como “blackexploitation” Sidney Lummet realizou “O Mágico Inesquecível” trazendo Michael jackson como o espantalho, Richard Pryor como o mágico e Diana Ross como Dorothy. Em 1984, tivemos uma paródia brasileira da história de L.Frank Baum realizada por Renato Aragão e os Trapalhões entitulada “Os Trapalhões & O Mágico de Oroz” trazendo Zacarias como o espantalho, Mussum como o Homem de lata, Dedé Santana como o leão e Renato Aragão fazendo seu Didi Mocó em substituição a Dorothy. O Kansas da história original virou o sertão nordestino e o filme foi mais um dos sucessos daquele delicioso quarteto que deixou saudades no cenário artístico nacional. Até mesmo os Muppets fizeram sua versão no filme feito para a Tv de 2005 “The Muppets Wizard of Oz”.

por adilson69