ESTREIAS DA SEMANA: 11 DE NOVEMBRO

HORIZONTE PROFUNDO – DESASTRE NO GOLFO

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(Deepwater Horizon) Dir: Peter Berg. Com Mark Whalberg, Kurt Russell, Kate Hudson, Dylan O’Brian, John Malkovich.

Baseado em fatos reais, o filme narra a explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon no Golfo do México, em 20 de Abril de 2010. Os operários e técnicos lutam contra o tempo, não apenas por sua sobrevivência, mas também para evitar o desastre ecológico decorrente dos milhões de barris de petróleo que são consequentemente jogados ao mar. Na vida real foram 12 dias de luta para evitar o pior. Para o filme uma plataforma de petroleo foi construída na Louisianna para as filmagens. É a primeira vez que Kate Hudson e Kurt Russell (ele é seu padrasto na vida real) trabalham juntos em um filme, embora eles só dividam uma única cena juntos. Também é a segunda vez que o diretor Peter Berg e Mark Walbergh trabalham juntos, tendo feito em 2013 “O Grande Heroi”.

SNOWDEN – HERÓI OU TRAIDOR

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(Snowden) Dir: Oliver Stone. Com Joseph Gordon-Levitt, Shailene Woodley, Nicolas Cage. Biopic.  

Gosto muito de filmes biográficos pois dão a oportunidade de ter um vislumbre da vida de pessoas que ganharam notoriedade. Essa é uma das polêmicas, o analista e ex-agente da CIA Edward Snowden que , em 2013, denunciou as atividades de contra-espionagem, incluindo assuntos de segurança nacional, o que o transformou em inimigo público número um, se exilando posteriormente na Russia. O filme se baseia nos livros   “Time of the Octupus”, de Anatoly Kucherena e “The Snowden Files: The Inside Story of the World’s Most Wanted Man”, do repórter Luke Harding, do jornal inglês The Guardian, para o qual Snowden originalmente mandou suas denuncias. Parece natural que Oliver Stone, sempre afeito a figuras e fatos polêmicos, tenha se interessado em contar a história de Snowden.

O NASCIMENTO DE UMA NAÇÃO

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(Birth Of a Nation) Dir: Nate Parker. Com Nate Parker, Armie Hammer, Jackie Earle Haley, Dwight Henry. Drama

Já houve um filme com o mesmo nome e que entrou para a história por ter sido – em 1915 –  o primeiro longametragem a desenvolver uma dramatização, ainda no período do cinema mudo. Contudo, os dois filmes não poderiam ser mais diferentes. O filme de 1915, dirigido por D. W Griffith era uma apologia do racismo enaltecendo a Ku Klux Khan. O atual, escrito, dirigido e protagonizado por Nate Parker vai na direção oposta e mostra um ex escravo que faz uso da fé como combustível para liderar revolta contra a escravidão de seu povo. O filme venceu o Festival de Sundance do ano. A rebelião em Virginia retratada no filme realmente aconteceu em 21 de agosto de 1831, mas claro que algumas liberdades foram tomadas e relação ao fato real : O verdadeiro Nat Turner não tinha uma mulher que fora atacado por homens brancos, sendo esse o artificio do roteiro para dar ao personagem Nat Parker um fator motivador.  Diga-se aqui que o ator e diretor Nate Parker foi acusado de estupro , há pouco tempo atrás, o que deixou uma mácula para a recepção do filme pelo público, embora ele tenha sido inocentado.

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