ESTREIAS DA SEMANA: A PARTIR DE 16 DE MARÇO

A BELA & A FERA

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(Beauty & The Beast) EUA 2017. Dir: Bill Condom. Com Emma Watson, Dan Stevens, Luke Evans, Josh Gad, Emma Thompson, Ian McKellan, Ewan McGregor, Kevin Kline, Stanley Tucci.  Fantasia.

Até agora o único fracasso das versões live-action dos clássicos Disney foi “Meu Amigo Dragão”” (2016), o que é compensado pelo sucesso seguido de filmes como “Malévola”, “Cinderela”, “Mogli”, e agora chegamos a essa nova versão de “A Bela & A Fera”, tradicional conto de fadas francês datado de 1749, escrito por Gabrielle-Suzanne Beaumont. Digno de nota que a versão animada da Disney, de 1991, foi a primeira vez que uma animação concorreu ao Oscar na categoria de melhor filme. Também houve em 2015 uma versão francesa estrelada por Vincent Cassell e Lea Seydoux com algumas variações em relação à versão Disney. A história, conhecida de todos, é um romance inusitado entre uma jovem camponesa (Watson, a Hermione da série “Harry Potter”) e um príncipe transformado em um monstro. Como forma de incrementar a história, a Disney misturou no filme trechos da peça homônima da Broadway, além de outros números musicais. Como atração à parte, artistas de enome dão vida e voz aos criados transformados do castelo da fera. A atriz Emma Watson atua e canta, tendo ensaiado bastante para o papel que quase ficou com Lily Collis e Amanda Seyfried. Recentemente, o filme da Disney virou alvo de polêmica por apresentar o primeiro personagem assumidamente gay em uma produção Disney, no caso LeFou (Josh Gad). Esqueça e procure julgar o filme por seus méritos e defeitos enquanto filme.

TINHA QUE SER ELE?

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(Why Him?) EUA 2017. Dir: John Hamburg. Com Bryan Cranston, Zoey Deutch, James Franco, Megan Mullally, Cedric The Entertainer.  Comédia.

Pai ciumento e  super protetor visita a filha e descobre que seu namorado (Franco) é um milionário sem noção com quem começa a competir pela atenção da jovem. Comédia que leva o nome de Ben Stiller na produção e já foi lançado no circuito americano há algum tempo. Megan Mullally (que foi parte do elenco da bem sucedida série “Will & Grace”) revelou em uma entrevista que o diretor (ex professor do ator James Franco) permitiu que o elenco improvisasse durante várias cenas.

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A VOLTA DE KING KONG

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O FILME ORIGINAL (1933) NO TOPO DO EMPIRE STATE BUILDING

           King Kong de 1933 é uma das maiores obras-primas do cinema e isso é inegável. Refilmado mais de uma vez, o gorila é reinventado para a nova geração como parte de um “Monsterverse” planejado pela Legendary Pictures em conjunto com a Warner. Hora de revermos a evolução desse personagem que há 84 anos fascina o público. A ideia dessa releitura de “A Bela & A Fera” partiu do diretor Merian C.Cooper que imaginou um gorila gigante no topo do Empire State Building, então o prédio mais alto do mundo. Para criar a história que conduzisse a esse momento peculiar, pediu ao escritor norte-americano Edgar Wallace (1875 – 1932), escritor de livros de mistério,  que criou o argumento. Este fez as linhas gerais, mas vindo a falecer aos 57 anos não concluiu o trabalho que passou para as mãos de James Creelman. Na época, a sociedade americana vivia a lenta recuperação do new deal de Roosevelt e o público se conectou com um inusitado romance entre Ann Darrow, uma jovem atriz aspirante e um gigantesco gorila, que na verdade era um boneco de 45,72 cm feito com esqueleto de metal revestido com borracha, espuma e pele de coelho, animado quadro a quadro pelo técnico Willis O’Brien. Cooper e  Ernest B.Shoedsack dirigiram juntos o filme para o qual pensaram em Jean Harlow para o papel de Ann Darrow, que acabou ficando com a atriz canadense Fay Wray, então com 26 anos. Wray na verdade era morena e usou uma peruca que ajudou a criar o visual de sua personagem, uma mistura de vulnerabilidade e sensualidade. Com um custo em torno de $670,000, a produção rendeu nove vezes mais na época de seu lançamento original, um fato surpreendente para um momento em que os Estados Unidos se recuperavam de uma recente depressão econômica. Seu sucesso salvou a RKO da falência, um milagre gerado por um filme B.

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VOCÊ SERIA TIME KONG OU TIME GODZILLA?  EMBATE PRESTES A GANHAR REFILMAGEM TAMBÉM.

             Os produtores se apressaram em criar a sequência “O Filho de Kong” (The Son of Kong) no mesmo ano. Do elenco original somente quatro atores retornaram, incluindo Robert Armstrong que reprisou o papel de Carl Dehnam, convencido a voltar à Ilha da Caveira onde encontra o filho do gorila, igualmente gigante,mas de temperamento mais dócil. Sem Ann Darrow ou Jack Driscoll, o casal humano central, pouco ficou de interessante na história a ser contada e rodada às pressas para ser lançada seis meses depois do Kong original. Desta Willis O’Brien se envolveu menos no projeto, pois de acordo com o site imdb, havia mais interferência dos produtores no processo de “stop-motion”, e além disso, uma tragédia pessoal se abateu sobre O’Brien quando sua esposa atirou nos filhos do casal e tentou se suicidar em seguida. Nos anos seguintes o filme original veio a ser relançado outras vezes nas telas, com acréscimos de algumas cenas inicialmente apagadas da versão exibida em 1933. Os japoneses descobriram Kong e vieram a ser os primeiros a fazer um filme colorido com o símio em “King Kong vs Godzilla” (Kingu Kongu tai Gojira) de 1962, que teve os efeitos especiais realizados por Eiji Tsuburaya ( o criador do herói  Ultraman). Este usou stop-motion somente em duas cenas, vestindo atores como Kong e Godzilla lutando sobre um cenário de maquetes. Em 1967, a empresa Toho produz “ A Fuga de Kong” (Kingu Kongu no gyakushu) onde Kong enfrenta sua cópia robótica gigante chamada Mechakong. Após esse filme, a Toho perdeu os direitos adquiridos sobre Kong mas o impacto do personagem perdurou através das sucessivas reprises televisivas. Cópias e homenagens também não faltaram, sendo digno de nota a animação “A Festa do Monstro Maluco” (Mad Monster Party) de 1967, dirigida por Jules Bass, que reproduz a luta do gorila gigante contra aviões.

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O FILME DE 1976 É INFERIOR, MAS JESSICA LANGE, HMMMM !

          Em 1976, o produtor Dino de Laurentis e o diretor John Guilhermin resolveram se aventurar a refilmar a história de Kong com várias modificações em relação ao original: Não há menção à Ilha da Caveira, a expedição à ilha busca reservas desconhecidas de petróleo, não há Carl Dehnam nem Ann Darrow, substituídos pelos personagens Fred Wilson e Dwan, esta vivida pela então estreante Jessica Lange, aos 27 anos. O Gorila deixa de ser uma miniatura em stop-motion, empregando um gorila mecânico de mais de 12 metros (que chegou a ser enviado ao Brasil para promover o filme) construído por Carlo Rambaldi, além de gigantescos braços hidráulicos e até mesmo um ator vestido de gorila (Rick Baker), não creditado. A cena final troca o Empire State pelo World Trade Center (aquele mesmo destruído em 11 de setembro de 2001). O filme foi indicado para três Oscars técnicos e chegou a ganhar o de melhor efeitos especiais. 11 anos depois, DeLaurentis realizou uma infeliz sequência entitulada “King Kong Lives”, dirigida também por John Guilhermin. Parecia que ninguém se interessaria mais pela história quando em 2005, depois do sucesso em dirigir a trilogia “O Senhor dos Aneis” (The Lord of the Rings) deu ao diretor Peter Jackson carta branca para recontar o filme original, usando todo o requinte dos efeitos digitais. Naomi Watts fez a nova versão de Ann Darrow, com Jack Black e Adam Brody respectivamente nos papeis de Carl Dehnam e Jack Driscoll. Desta vez a tecnologia de captura digital de movimentos (empregada em “O Senhor dos Aneis” e na nova versão de “O Planeta dos Macacos”) dá vida a Kong a partir do ator Andy Serkis.

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A RESPEITOSA REFILMAGEM DE PETER JACKSON

             Apesar de toda a tecnologia e de seu mérito em apresentar Kong a uma nova geração, o impacto do filme de 1933 é indelével, graças ao pioneirismo de seus realizadores que conseguiram humanizar uma miniatura sem se render aos clichês do maniqueísmo. Ora monstro assustador, ora herói apaixonado, Kong transita no imaginário cinéfilo como a mais humana das feras, um ícone que renasce a cada geração.

TRAILLER: PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR

“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” teve seu trailler oficial divulgado recentemente. Johnny Depp repete seu papel de Capitão Jack Sparrow, talvez pela última vez, mas nunca se sabe, principalmente se a bilheteria corresponder às expectativas dos produtores. Geoffrey Rush volta como Capitão Barbossa, assim como Orlando Bloom e Keira Knightley terão rápidas passagens na história como Will Turner e Elizabeth Swam, personagens que estão há dez anos distantes da franquia. O vilão da vez é o excelente ator espanhol Javier Barden, o Salazar do título, um fantasma que vem para cobrar uma dívida de sangue ao Capitão Jack Sparrow. A previsão da estreia é de 25 de maio próximo.

ESTREIAS DA SEMANA : A PARTIR DE 2 DE MARÇO

LOGAN

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EUA 2017. Dir: James Mangold. Com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Boyd Holbrook, Dafne Keen. Ação.

Terceiro filme solo de Wolverine, também o último do personagem vivido por Hugh Jackman (veja artigo no blog postado em 1º de Março). A história só é levemente baseada na hq “Old Man Logan” de Mark Miller & Steve McNiven pois esta traz personagens (Gavião Arqueiro, Hulk etc..) cujos direitos não estão disponíveis para a Fox. A história localiza Logan em um futuro alternativo, escondido na fronteira do México, e cuidando de um envelhecido Professor Xavier, que sofre do Mal de Alzeihmer. Ao encontrar a jovem X23 (Keen), perseguida por terriveis bandidos, Logan se vê forçado a agir de novo. O filme é o mais violento dos filmes em que Jackman vive o herói de garras de adamantium. A trama não se resume a lutas sangrentas, mas explora o lado psicológico dos personagens, graças ao roteiro de Michael Green (o mesmo do filme do “Lanterna Verde“, e que também foi o produtor do cultuado seriado “Heroes“) juntamente com Scott Frank e James Mangold, sendo este último o diretor deste e do filme anterior do herói (Wolverine Imortal). O filme funciona bem tanto como uma história independente quanto um epílogo para o carismático mutante criado em 1974 por Len Wein e Herb Trimpe. O ator australiano se despede do personagem com um filme digno da selvageria com a qual este passou para o panteão dos grandes personagens das hqs. Jackman esteve no Brasil recentemente e encontrou-se com Isaac Bardavid, dublador oficial do herói. Um encontro histórico, sem duvida, já que dificilmente outra voz conseguiria se encaixar tão bem na persona arredia, violenta, indisciplinada e “muy macho” que o filme registrou.

FENCES – UM LIMITE ENTRE NÓS.

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Fences. EUA 2017. Dir: Denzel Washnigton. Com Denzel Washington, Viola Davis. Drama.

Adaptação da peça de Augustus Wilson, muito bem sucedida nos palcos americanos, e que o próprio adaptou para o cinema, com direção de seu protagonista, o sempre excelente Denzel Washington. A história se passa nos anos 50 quando um humilde trabalhador e pai de família quer reviver seu sonho de se tornar jogador de baseball enquanto vive conflitos familiares com o filho e a espoca, esta interpretada pela maravilhosa Viola Davis, merecidamente pemiada com o Oscar de melhor atriz coadjuvante no Oscar. O filme não disfarça sua teatralidade e é mais indicado para quem gosta de dramas pungentes, apoiados por performances de grandes interpretes, e que não ligue para histórias que se arrastem sem comicidade ou ação para diluir as lágrimas decorrentes.

TRAILLER : ALIEN COVENANT

Alien Covenant“(traduzido seria “Alien – O Pacto”) impressiona em seu novo trailler divulgado. O filme dirigido por Ridley Scott promete fazer a ponte entre “Prometheus” (2012) e o primeiro Alien de 1979. A atriz Naomi Rapace a principio ficaria fora, mas a atriz já foi confirmada com uma articipação especial na trama, que para a FOX significa reviver uma de suas grades franquias. Confira o trailler e aguarde o filme previsto para estrear em maio desse ano.

LOGAN – O ADEUS AO BOM E VELHO WOLVERINE

                 A visita do ator Hugh Jackman ao Brasil para divulgar o lançamento de “Logan”, sua despedida do papel que lançou sua carreira de sucesso, deixa um lamentável gosto para os fãs que periodicamente viram o ator empunhar suas garras  desde seu batismo de fogo em 2000 quando Bryan Singer dirigiu o primeiro filme X-Men para a FOX.

incredible_hulk_vol_1_181NAS PÁGINAS DAS HQS: O personagem Wolverine, contudo, teve sua primeira aparição na última página da edição “The Incredible Hulk #180”, de outubro de 1974, escrito por Len Wein e desenhado por Herb Trimpe, embora seu visual tenha sido criado por John Romita Sr. Na edição seguinte, já vem na capa partindo para cima do Hulk, uma amostra da selvageria que seria característica do personagem, que nunca se intimidou perante qualquer adversário. O mutante canadense não tem seu passado mostrado nessas edições, mas já deixa registrado sua agilidade, força e carisma com o qual veio conquistando admiradores. Wein havia recebido do editor Roy Thomas o pedido de criar um personagem não americano, como forma de ampliar as fronteiras do universo Marvel. Partiu de Thomas o uso do nome Wolverine e Wein pesquisou sobre este, um mamífero de temperamento agressivo, peludo e com garras que em nossos dicionários aparece com o nome de … Carcaju ! Meses depois, em maio de 1975, o herói integra a equipe dos heróis mutantes da Marvel na histórica edição “Giant Size X Men #1”. Coube ao desenhista Dave Cockrum dar os traços ao rosto do personagem sem máscara, explorando sua ira incontida e a confusão de suas memórias adormecidas, em histórias continuadas por nomes como John Byrne, Barry Windsor-Smith, Paul Smith e John Romita Jr.

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A IMPRESSIONANTE ARTE DE BARRY WINDSOR SMITH

       Com o personagem crescendo em popularidade, normal que a Marvel fosse gradativamente explorar seu passado obscuro com lapsos de sua história ligada ao serviço secreto canadense, quando foi chamado de Arma X, teve o adamantium implantado em seus ossos, enfrentou desde invasores alienígenas até a máfia japonesa e veio a ser o primeiro membro dos X Men a ganhar título próprio (Wolverine #1) em novembro de 1988. Todo esse sucesso teve o revés da super exposição e, logo, os roteiristas usaram e abusaram do personagem nas décadas seguintes: Teve o adamantium retirado de seu corpo por Magneto, descobriu que suas garras são ósseas, teve seu fator cura inibido, recuperou poderes e o adamantium, participou de uma formação do Quarteto Fantástico  e entrou para os Vingadores, e até inspirou a criação de “Garra das Trevas”, uma fusão entre Batman & Wolverine no universo Amalgama, um projeto conjunto entre a DC e a Marvel na década de 90 que misturava os personagens de ambas as editoras.

O HEROI DE CARNE, OSSO E GARRAS DE ADAMANTIUM: A primeira aparição live-action do personagem se deu em 2000 quando a Fox lançou o filme “X Men”. Na época o ator Dougray Scott havia sido escolhido para o papel, mas este filmava “Missão Impossivel 2” e estava indisponível para o início das filmagens. Jackman, então com 32 anos vinha de pequenos papeis na Tv e foi o último a se apresentar para os testes. Apesar da diferença na altura (nas HQs o personagem tem aproximadamente 1,60m e o ator tem de 1,89 m), o talentoso australiano mostrou que podia incorporar o espírito do mutante invocado e se tornou o centro das atenções, mesmo contracenando com monstros sagrados como Patrick Stewart e Ian McKellen. Foi no segundo filme, no entanto, de 2003 que Jackman pode mostrar o quanto havia entendido do personagem.

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         “XMen2” foi inspirada pelos eventos narrados por Barry Windsor-Smith em sua HQ “Arma X”, publicada em 1991. Nela os implantes de memória e a experiência com o adamantium são apresentados respondendo algumas perguntas, na mesma medida que cria outros mistérios em torno de seu passado, claramente cheio de passagens obscuras já que seu fator cura retarda seu processo de envelhecimento. A infância do herói e outros detalhes de sua juventude só seriam mostradas na HQ entitulada “Origem”  , de 2001, escrita por Paul Jenkins e desenhada por Andy Kubert. Desta HQ, os produtores da Fox se utilizaram de alguns elementos para o primeiro filme solo do herói “XMen Origens: Wolverine” de 2009, que o coloca contra seu arquiinimigo, o mutante Dentes de Sabre, que fora mal aproveitado no primeiro filme dos XMen. Apesar da tentativa, o roteiro de David Benioff e Skip Woods não soube aproveitarcorretamente o material das HQs e ficou abaixo do esperado pelos fãs. Em “XMen3 : O Confronto Final”, de 2006, o herói assumiu papel central na trama, mas os roteiristas Simon Kinberg e Zak Penn misturaram elementos de duas sagas distintas dos mutantes (a saga da Fênix e a Cura) e acabaram sub aproveitando todos os personagens e levando a história a um beco sem saída com a morte de três personagens importantes.  Depois de uma rápida aparição em “XMen Primeira Classe” (2011) veio o segundo filme solo “Wolverine Imortal” (2013) que adapta a clássica mini-série da década de 80, de Chris Claremont e Frank Miller. Nela, Wolverine vai ao Japão, se apaixona e vive um dilema de honra que o coloca no caminho da máfia japonesa. Em 2014, o mutante canadense torna-se mais uma vez o centro das atenções de “XMen: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e volta ao filme seguinte “XMen Apocalipse” (2016) apenas como uma ponta não creditada. Chegamos então ao atual filme, dirigido por James Mangold (que dirigira também “Wolverine Imortal”, trazendo o canto do cisne de Jackman na pele de Wolverine. A história se baseia em “Old Man Logan” de Mark Miller e Steve McNiven, publicada originalmente entre 2008 e 2009. O personagem aparece envelhecido, casado e com filhos. Como a história envolve outros personagens do universo Marvel, dos quais a Fox não detêm os direitos, o filme novo usa a história de Miller apenas como uma base para uma direção nova. Quem, no entanto será notada, é X23, que surgiu no universo Marvel como um clone feminino de Wolverine.

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O NOVO FILME: O ADEUS AO PERSONAGEM

           Dificilmente, a FOX encontrará um outro ator para preencher a vaga de Jackman. O talento deste está marcado nos filmes do gênero como um dos poucos casos em que personagem e intérprete estão automaticamente associados. Podemos rezar, contudo, que o fator cura nos dê algum dia uma nova aventura com Jackman a frente do personagem que vestiu tão bem, mostrando que um fator X deve de fato existir, em algum lugar.