O MELHOR & PIOR DE 2017

AS DECEPÇÕES

O ANO DE 2017 FOI UM ANO DE PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS: RIDLEY SCOTT FALHOU EM FAZER DE “ALIEN COVENANT” UM ELO ENTRE “PROMETHEUS” E “ALIEN O 8ª PASSAGEIRO” DE 1979. O FILME NADA ACRESCENTA AOS XENOMORFOS E JUSTIFICA  AS AÇÕES DOS PERSONAGENS COM UMA MOTIVAÇÃO PÍFIA , CHEGANDO AO PONTO DE USAR E ABUSAR DO CLICHÊ MANIQUEISTA ATRAVÉS DO PERSONAGEM DUPLO DE MICHAEL FASSBENDER “ROBÔ BONZINHO ENFRENTA ROBÔ MALVADO”. TOM CRUISE, POR USA VEZ, NÃO TEVE UM ANO MUITO BOM DENTRO E FORA DAS TELAS. TEVE QUE INTERROMPER AS FILMAGENS DO VINDOURO “MISSÃO IMPOSSIVEL 6” DEVIDO A UM ACIDENTE NO SET DE FILMAGEM, E NAS TELAS NÃO CONVENCEU COMO O HEROI DE “A MUMIA“, QUE DEVERIA INICIAR O “DARK UNIVERSE” DO ESTUDIO DA UNIVERSAL. ESTE IMPLODIU UMA SERIE DE PROJETOS QUE TRARIA UMA RELEITURA DOS CLÁSSICOS “DRACULA” , “FRANKENSTEIN” & “HOMEM INVISIVEL”. O FILME FALHOU POR NÃO CONSEGUIR IMPRIMIR O SOBRENATURAL DE FORMA MAIS INTELIGENTE, FAZENDO DE CRUISE UM SUPER HEROI NADA DIFERENTE DE SEU ETHAN HUNT. AS FALHAS DO ROTEIRO ACENTUAM AINDA MAIS A CRIAÇÃO DE UM CLIMA EM QUE FORÇAS ARCANAS INVADEM O MUNDO ATUAL. A PARAMOUNT TENTOU MAS NÃO CONSEGUIU REPETIR O SUCESSO DE BILHETERIA DA FRANQUIA DOS ROBÔS EM “TRANSFORMERS – O ULTIMO CAVALEIRO”, E A WARNER SE DEU MUITO MAL COM A REVISÃO DE GUY RITCHIE DO LENDÁRIO “REI ARTHUR & A LENDA DA ESPADA MÁGICA”. TENTANDO INICIAR UMA FRANQUIA E SE DANDO MAL ESTÃO “A TORRE NEGRA” DE STEPHEN KING E “ASSASSIN’S CREED” DO FAMOSO GAME. MUITO SE FALOU DA REUNIÃO DOS NOMES QUENTÍSSIMOS DE JENNIFER LAWRENCE E CHRIS PRATT EM “PASSAGEIROS”, MAS A FICÇÃO CIENTIFICA DEIXOU MUITO A DESEJAR E SUA NARRATIVA NÃO INFLAMA FICANDO REFEM DO PRESTIGIO DO CASAL. LUC BESSON TAMBÉM FRACASSOU COM SEU PROMETIDO “VALERIAN E O IMPERIO DOS MIL PLANETAS“, APESAR DE UM VISUAL BELISSIMO PMAS PREJUDICADO PELO CASAL SEM GRAÇA DE PROTAGONISTAS E UM RITMO IRREGULAR. RITMO IRREGULAR TAMBÉM TEVE “PIRATAS DO CARIBE – A VINGANÇA DE SALAZAR” MAS MUITO EM FUNÇÃO DA IMAGEM DESGASTADA DE JOHNNY DEPP DO QUE PELA HISTÓRIA QUE ATÉ DIVERTE BASTANTE QUANDO DEPP NÃO É O FOCO PRINCIPAL.

AS ANIMAÇÕES

EU ERA UM DOS QUE ESPERAVA ANSIOSAMENTE A CONTINUIÇÃO DE “MEU MALVADO FAVORITO 3” MAS  PREFERI – NO GÊNERO – O FRANCO- CANADENSE  “A BAILARINA“. SATISFAÇÃO IMENSA FOI ASSISTIR “MOANA – MAR DE AVENTURAS” DA DISNEY. MUITO FRACAS FORAM “EMOJI O FILME” E “O PODEROSO CHEFINHO“. SUBESTIMADO FICOU “AS AVENTURAS DE TADEO 2“, ANIMAÇÃO ESPANHOLA QUE CHEGOU AO GRANDE CIRCUITO NO FINAL DO ANO, QUE EMBORA NÃO SEJA EXTRAORDINARIO, DIVERTE MAIS DO QUE POR EXEMPLO “O QUE SERÁ DE NOZES 2” CUJA PREMISSA É A MESMA DO PRIMEIRO FILME. LOGO, FICO COM “MOANA” E “A BAILARINA” COMO AS MELHORES ANIMAÇÕES DO ANO.

SUCESSOS

O ANO COMEÇOU COM MUSICA PARA MIM POIS GOSTEI MUITO DE VER RYAN GOSLING E EMMA STONE DANÇANDO EM “LA LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES”. TORCI MUITO POR AMBOS NA CERIMONIA DO OSCAR DESSE ANO. NÃO APOSTAVA NADA NA CONTINUIDADE DE “VELOZES & FURIOSOS” SEM PAUL WALKER, MAS ME ENGANEI. O FILME FOI MUITO BEM MOVIMENTADO, TROUXE UMA SUPER VILÂ COM A PERSONAGEM DE CHARLIZE THERON. A DISNBEY MARCOU PRESENÇA COM O LIVE ACTION DE “A BELA & A FERA” COM EMMA WATSON E DAN STEVENS.  VIBREI MUITO NOS CINEMAS AO ASSISTIR COM MINHA FAMILIA A “MULHER MARAVILHA”. GAL GADOT ESTAVA PERFEITA E A DIRETORA PATTY JENKINS TEM O MERITO DE TER CONDUZIDO UMA HISTORIA ENVOLVENTE TANTO PARA QUEM LÊ QUADRINHOS COMO PARA OS NÃO INICIADOS. EM UM ANO EM QUE TANTO DISCUTIU-SE SOBRE O EMPODEIRAMENTO FEMININO, “MULHER MARAVILHA” ABRIU A DISCUSSÃO COM DIGNIDADE E ENCORAJAMENTO. FOI O MELHOR FILME DE QUADRINHOS DESSE ANO MUITO ACIMA DE “THOR RAGNAROK“. ESTE APESAR DA BILHETERIA MILIONÁRIO FALHOU EM DAR O TOM PRETENDIDO A UMA HISTÓRIA DE FIM DE MUNDO MISTURADO A PLANETA HULK QUE SOZINHO E SEPARADO JUSTIFICARIA UM FILME DO GIGANTE VERDE. “LIGA DA JUSTIÇA” FOI MELHOR QUE “BATMAN VS SUPERMAN” MAS FICOU ABAIXO DO POTENCIAL ESPERADO LEVANDO- SE EM CONTA A IMPORTÂNCIA DO SUPER GRUPO. DINÂMICA DE EQUIPE ADMIRÁVEL FOI “GUARDIÕES DA GALAXIA – VOLUME 2” QUE EQUILIBROU COMEDIA, DRAMA E AVENTURA COM PERFEIÇÃO. O FILME DO ANO, NO ENTANTO, FOI “IT – A COISA“, ADAPTAÇÃO DE STEPHEN KING. NO EMBALO DO SUCESSO DA MARAVILHOSA “STRANGER THINGS” DA NETFLIX, QUE POR SUA VEZ EMULA OS LIVROS DE KING, O FILME DO PALHAÇO PENNYWISE PROVOCOU SUSTOS COMO HÁ MUITO O CINEMA DO GÊNERO NÃO CONSEGUIA PRODUZIR. O TERROR TROUXE ESSE ANO O ÓTIMO “ANNABELLE 2 – A CRIAÇÃO DO MAL“, MAS ERRARAM FEIO COM O AGUARDADO “OLHOS FAMINTOS 3“, QUE NEM CHEGOU A SER LANÇADO EM CIRCUITO COMERICAL AQUI E “O CULTO DE CHUCKY” QUE NÃO VEIO COM NENHUM ATRATIVO. SHYMALAN DE “O SEXTO SENTIDO” RENASCEU E E SURPREENDEU COMM “FRAGMENTADO” TRAZENDO UMA ATUAÇÃO ADMIRAVEL DE JAMES MACAVOY, UMA QUE A ACADEMIA CERTAMENTE IGNORARÁ. FORA DO GÊNERO FANTASTICO DOIS FILMES DE GUERRA SE SAGRARAM EXCELENTES : “ATÉ O ULTIMO HOMEM” DE MEL GIBSON E “DUNKIRK” DE CHRISTOPHER NOLAN, CUJOS RUMORES APONTAM UMA POSSIVEL INDICAÇÃO AO OSCAR. “KONG A ILHA DA CAVEIRA” FOI MELHOR DO QUE EU ESPERAVA FAZENDO TUDO AQUILO QUE SE ESPERAVA DE UM BOM FILME DE MONSTRO. REGULAR MAS INTERESSANTE FOI “VIDA“. ESTE ASSUMIU SER INSPIRADO ABERTAMENTE EM “ALIEN O OITAVO PASSAGEIRO” E CONSEGUIU SER MELHOR QUE O JÁ CITADO “ALIEN COVENANT” DE RIDLEY SCOTT. ÓTIMO FOI TAMBÉM MATT REEVES NO CAPÍTULO FINAL DA SAGA DO SIMIO CESAR (ANDY SERKIS) EM “O PLANETA DOS MACACOS – A GUERRA“.FECHANDO O ANO DIGNO DE ELOGIO FOI A ADAPTAÇÃO DE KENNETH BRANNAG PARA “ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE” E “STAR WARS – OS ULTIMOS JEDI” QUE TEM DIVIDIDO OPINIÕES.

CINEMA NACIONAL

PASSOU SEM MUITA ATENÇÃO NAS TELAS A NOVA ADAPTAÇÃO DE “DONA FLOR & SEUS DOIS MARIDOS” DE JORGE AMADO. A PROMISSORA LARISSA MANOELA CHEGOU ÀS TELAS COM “MEUS 15 ANOS” E VOLTA AGORA NO NATAL COM “FALA SÉRIO MÃE”, AO LADO DA TALENTOSA INGRID GUIMARAES. “BINGO O REI DAS MANHÂS” CHAMOU A ATENÇÃO MAS NÃO CONSEGUIU A PRETENDIDA VAGA PARA O OSCAR DO ANO QUE VEM. O FILME É BOM COMO RETRATO DOS BASTIDORES DA TV M ESPECIALMENTE PARA A GERAÇÃO COMO EU QUE CANTAROLAVA “ALÔ CRIANÇADA … O BOZO CHEGOU!!”. jÁ A “COMÉDIA DIVINA” NÃO CONSEGUIU O MESMO IMPACTO. ENTRE OS NACIONAIS LANÇADOS PREFERI O INFANTIL “D.P.A O FILME” E FAÇP UMA MENÇÃO MAIS DO QUE HONROSA PARA “OS SALTIMBANCOS TRAPALHÕES – RUMO A HOLLYWOOD” QUE TROUXE DE VOLTA O BRILHO DE RENATO ARAGÃO E DEDÉ SANTANA PARA AS TELAS ONDE OUTRORA A TROUPE REINOU ABSOLUTA.

OS 5 PIORES DE 2017 :

1- ALIEN COVENANT

2- O CULTO DE CHUCKY

3- PASSAGEIROS

4- A MÚMIA

5- DIÁRIO DE UM BANANA : CAINDO NA ESTRADA

OS 5 MELHORES DE 2017

1- IT – A COISA

2- MULHER MARAVILHA

3- FRAGMENTADO

4- GUARDIOES DA GALÁXIAS : VOLUME 2

5- DUNKIRK

UNIVERSO DE MONSTROS 2: AS MUMIAS -DE KARLOFF A BOUTELLA

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BORIS KARLOFF – 1932

         A cultura egípcia sempre alimentou a curiosidade  de historiadores e arqueólogos na mesma medida que estimulou a imaginação humana acerca de maldições milenares que caem sobre os profanadores de túmulos, o que o cinema logo tratou de se apropriar. Quando Boris Karloff  (1887 – 1969) interpretou o sumo-sacerdote Imhotep no clássico “A Mumia” (1932), haviam passado dez anos desde que os arqueólogos Howard Carter e Lord Carnarvon haviam descoberto a tumba do rei Tutancâmon.

            O roteirista John L.Balderston, a partir da história de Nina Putnam e Richard Schayer, criou um sub-gênero que seria explorado com sucesso pela Universal, o estúdio de Carl Laemmle Jr que alcançara anos antes sucesso com as adaptações literárias de “Dracula” e “Frankenstein” (1931). A política de Laemmle era custo baixo, muita sugestão para despertar sustos. Em “A Mumia” (The Mummy), o diretor Karl Freund, que fora fotografo em clássicos como “Metropolis” (1922) e “Dracula” (1931), usa e abusa das técnicas expressionistas das quais era um mestre. A maquiagem de Jack Pierce (também vindo de “Frankenstein”) demorava cerca de oito horas para transformar Karloff em uma múmia desperta pelas palavras mágicas do livro dos mortos. Contudo, em seu despertar, pouco é mostrado e em um salto no tempo Karloff surge como Ardath Bay, manipulando a descoberta do túmulo de sua amada Aucksonamon. Karloff pouco fala, mas seu olhar ameaçador assusta ainda mais. O nome de Imhotep foi tirado do arquiteto que criou as pirâmides, e muito longe de ser um sacerdote amaldiçoado, gozava de prestígio abaixo apenas dos faraós.

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CHRISTOPHER LEE EM “A MUMIA DE ANANKA”

             Oito anos depois a Universal decidiu fazer outro filme, mas Karloff não retorna como Imhotep. Assim, o estúdio faz a primeira de várias reinvenções da história, trocando Imhotep por Kharis, a múmia guardiã da princesa Ananka em “A Mão da Múmia” (The Mummy’s Hand). Jack Pierce volta como maquiador transformando Tom Tyler (ator de antigos westerns e serials) na nova criatura egipicia. Nesta nova série, a múmia ganha como algoz a figura do arqueólogo John Banning que antagonizará o mal representado por Kharis. A este se seguiram mais três filmes “A Tumba da Mumia” (The Mummy’s Tomb) de 1942,”A Sombra da Mumia” (The Mummy’s Ghost) de 1944 e , no mesmo ano que este, “The Mummy’s Curse”, todos com a múmia sendo interpretado por Lon Chaney Jr, que tornou-se o único ator a ter já interpretado todos os monstros clássicos da Universal : O Lobisomem (1941), o monstro de Frankentein (The Ghost of Frankenstein) e Dracula (The Son of Dracula) de 1943. A máscara usada pelo ator é exibida até hoje na exposição de terror do Museu em Seattle.

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VALERIE LEON EM “SANGUE NO SACORFAGO DA MUMIA”

            Apesar da comédia “Abbot & Costello meets the Mummy” de 1955, o público foi perdendo  interesse  no monstro, a medida que os estúdios entraram os anos 50 explorando discos voadores e monstros do espaço. Coube à produtora inglesa Hammer Films trazer de volta o personagem em “A Mumia de Ananka” (The Mummy) de 1959 com Christopher Lee no papel de Kharis. As cores e a presença magnética de Christopher Lee garantiram o êxito dessa retomada inglesa realizada em acordo com a Universal International. Na década de 60 ainda teríamos “A Maldição da Mumia” (The Curse of the Mummy’s Tomb) de 1964, “A Mortalha da Mumia” (The Mummy’s Shroud) de 1967 e “Sangue no Sacorfago da Mumia” (Blood from the Mummy’s Tomb) de 1970, este último adaptado de “The Jewel of the Seven Stars”, de Bram Stoker, com a beldade Valerie Leon no papel de uma rainha egícpica do mal possuindo o corpo (e que corpo) da filha do arqueólogo. Todos esses filmes foram constantemente exibidos na TV brasileira durante as décadas de 70 e 80 perpetuando a atmosfera B dos filmes da Hammer. Na década de 80 tivemos nossa múmia brasileira no terrir “O Segredo da Mumia”, de Ivan Cardoso (1982) que deu a Wilson Grey, ator típico das chanchadas da Atlântida, seu primeiro papel de protagonista depois de décadas de contribuição ao cinema brasileiro.

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IMHOTEP (ARNOLD VOSLOO EM “A MUMIA”) DE 1999

                Quando a Universal decidiu refilmar “A Mumia” em 1999 sabia-se que o público não iria mais se assustar com um monstro enrolado em ataduras, andando devagar atrás das pessoas. Assim, o diretor Stephen Sommers transformou a história de Imhotep em uma aventura movimentada como Indiana Jones. O sucesso, que teve Brendan Fraser, Rachel Weisz e Arnold Vosloo como Imhotep, levou em pouco tempo à sequencia “O Retorno da Mumia” (The Mummy Returns) de 2001 que, alguns não lembram foi o debut cinematográfico do hoje astro Dwayne Johnson, este no papel do escorpião rei. Ainda houve o tardio “A Mumia: A Tumba do Imperador Dragao” (2008), muito fraco e já sem nenhum atrativo para manter o interesse do público com uma incursão pela China (lembrando que os chineses não mumificavam seus mortos). Mesmo com a inclusão do popular astro de artes marciais Jet Li, o filme deixa a desejar.

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SOFIA BOUTELLA

            A nova versão do monstro com Sofia Boutella e Tom Cruise mostra que o antigo Egito continuará a assombrar as telas com suas maldições, mas muito longe de chegar perto da inocente medo que figuras como Karloff, Chaney e Lee conseguiram imprimir na memória do cinema, em preto em branco ou em cores, mas empoeirado com milênios de tradição do que já foi o horror nas telas.

ESTREIAS DA SEMANA: 8 DE JUNHO

A MUMIA

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(The Mummy) EUA 2017. Dir: Alex Kurtzman. Com Tom Cruise, Sofia Boutella, Annabelle Wallis, Russell Crowe. Terror.

A clássica história de uma múmia milenar do antigo Egito que desperta e espalha morte e terror no mundo é recorrente desde o filme homônimo estrelado por Boris Karloff em 1932, refilmado várias vezes inclusive pela prestigiosa Hammer que trouxe Christopher Lee no papel central. Foram várias sequências e imitações, sendo a refilmagem de 1999 com Brendan Fraser uma das mais divertidas. A Universal realiza este reinicio com a intenção de iniciar um universo compartilhado de monstros com refilmagens dos icônicos Lobisomen (talvez com Dwayne Johnson), Homem Invisivel (anunciado com Johnny Depp) entre outros. A presença de Russell Crowe como Dr.Jekyll, do clássico “O Médico & O Monstro”, aponta a interligação entre os eventos desse filme e outros que se anunciam para breve. A personagem título é a princesa Ahmanet (Boutella), acidentalmente desperta de seu sono milenar por Nick Morton (Cruise), escolhido por ela para fazer parte de uma vingança que pode destruir o mundo. O site Rotten Tomatoes deu 27% de aprovação apontando falhas nas pretensões do roteiro de introduzir novos filmes de monstros. O filme chega ao Brasil um dia antes de sua estreia nos Estados Unidos.

 

UNIVERSO DE MONSTROS

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         Quando Criança meu universo compartilhado de monstros era assistir a sitcom “The Munsters” (1964-1966) que trazia Fred Gwynne e Yvonne DeCarlo como um simpático casal, ele a criatura de Frankenstein e ela uma vampira, filha do próprio Drácula, um vovô bonachão, interpretado por Al Lewis. Tempos mais inocentes quando os monstros clássicos dos filmes de terror já não assustavam tanto. Nos primórdios do cinema, no entanto, a casa destes era o estúdio da Universal que tornou-se especialista em dar forma aos pesadelos do inconsciente humano.

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FRANKENSTEIN ENCONTRA O LOBISOMEN

            A frase “Bem vindo a um mundo novo de deuses e monstros” que agora anuncia a chegada do “Dark Universe” do estúdio na verdade é uma retomada pois o estúdio, na ativa desde a era do cinema mudo, já investira no passado na ideia de um universo compartilhado. Nomes como Lon Chaney (pai e filho), Boris Karloff e Bela Lugosi formavam um elenco talentoso na arte de explorar o medo, mais sugerido que explicito. Entre 1923, data da primeira filmagem de “O Corcunda de Notre Dame” com Lon Chaney até o final da década de 50, o Universal Studios chefiada por Carl Laemmle soube se especializar em filmes de custo baixo mas que davam grande retorno de bilheteria durante os loucos anos vinte (os chamados roaring twenties) criando uma reputação que continuou a explorara em meio aos difíceis anos da grande depressão que se seguiu. A Universal foi o primeiro estúdio a investir em sequências, muitas das vezes reaproveitando cenários, tomadas e falas, se beneficiando do talento desses atores, diretores como Tod Browning e James Whale e da habilidade do maquiador Jack Pierce para moldar personagens saídos dos pesadelos mais sombrios. A Universal deu vida a Drácula, Frankenstein, lobisomem, múmia e várias outras criaturas que se popularizaram com um público que encontrava deleite nas sombras da alma humana representadas em preto e branco, herdeiros das lições do expressionismo cultivadas por Murnau e Lang.

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A CASA DE FRANKENSTEIN

          A ideia de juntar mais de um monstro em um único filme surgiu quando, depois de 4 filmes de Frankenstein (os três primeiros com a criatura interpretada por Boris Karloff) o roteirista Curt Siodmark sugeriu ao produtor  George Wagner que fizessem “Frankenstein meets the Wolfman”, recebendo sinal verde para o projeto que veio a ser dirigido por Roy William Neill e lançado em 1943. O filme mostra Larry Talbot (Lon Chaney Jr) procurando uma cura para sua maldição e se confrontando a criatura de Frankenstein interpretada por Bela Lugosi, que fica em cena apenas por pouco mais de cinco minutos sendo ocasionalmente substituido por um dublê devido a problemas de saúde. O filme funcionou como uma sequência tanto para os eventos mostrados em “O Lobisomen” de 1941 como em “A Alma de Frankenstein” (The Ghost of Frankenstein) de 1942. Para atrair o público, o estúdio anunciou o nome de Lon Chaney, sem o Jr, para confundir a todos já que o nome de Lon Chaney pai (falecido em 1930) ainda era então extremamente conhecido. A ideia inicial era de ter Chaney filho fazendo tanto o papel do lobisomen como do monstro de Frankenstein, mas deixada de lado já que falamos de décadas anteriores à tecnologia digital. O resultado satisfatório animou a Universal a reunir mais monstros, o que levou à realização de “A Casa de Frankenstein” (The House of Frankenstein) de 1944. Neste novo exemplar, Boris Karloff retorna ao universo de monstros mas como o cientista louco que manipula Dracula (John Carradini), o monstro de Frankenstein (o ex cowboy Glenn Strange) e o Lobisomen (Chaney Jr) para se livrar de seus desafetos. Originalmente, a múmia Kharis seria incluída no filme, mas por motivos de orçamento ficou de fora. Mesmo as cenas com Drácula acabaram sendo filmadas em separado sem que este contracenasse com o lobisomen de Chaney e o Frankenstein de Strange. O filme ainda incluiria a figura do corcunda apaixonado (J.Carrol Nash) por uma dançarina cigana (Elena Verdugo) emulando a narrativa de “O Corcunda de Notre Dame”, embora não sejam os mesmos personagens. A Segunda Guerra se aproximava de seu fim, mas o público vivia a incerteza desta e de suas consequências. O ciclo da Universal oferecia a catarse ideal para esse medo real, palpável e o estúdio soube como tirar proveito disso levando a “A Casa de Drácula” (The House of Dracula) de 1945 reunindo esse “Nightmare Team” uma última vez, desta vez sem Karloff que teve o personagem substituído por outro cientista, o Dr.Edelmann (Onslow Stevens) a quem Drácula e Larry Talbolt procuram em busca de uma cura. O filme incluiu uma novidade na figura de uma mulher corcunda, Nina (Jane Addams). O filme também marcou a última aparição de Lon Chaney Jr sob contrato com a Universal, embora o ator tenha voltado ao papel mas na comedia “Abbot & Costello Meet Frankenstein” (1948) que reuniria além do próprio Bela Lugosi como Dracula e Glenn Morgan como Frankenstein.

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A CASA DE DRÁCULA

         Quando a década de 50 chegou o interesse dos estúdios passou a ser filmes de monstros do espaço e discos voadores, o que deixou os monstros clássicos de lado mas não esquecidos graças à iniciativa da Universal de levá-los para a Tv como um pacote de filmes  que foi apresentado a uma nova geração de jovens que redescobriu os mestres do pavor sobrenatural. Provando que estes sempre renascem, o estúdio promete novas versões em filmes interligados, reintroduzindo o conceito para uma geração acostumada a jogos de vídeo game e filmes de super heróis. Como promete o slogan, um mundo – não tão novo assim – de deuses, monstros e efeitos digitais modernos.

FATOS & FILMES : SEXTA FEIRA 13

Mal começou o ano e já entramos em uma sexta feira 13, dia associado a extremo azar. O cinema dos anos 80 aproveitou e fez do dia sinônimo de serial killer com a criação de Jason Voohes no filme dirigido por Sean Cunningham em 1980.  Contudo, Jason não é o assassino do primeiro e do quinto filme da franquia que marcou a década de 80 entre o público jovem que fazia uma catarse dos desejos por sexo livre em Crystal Lake. A franquia perdeu força nas décadas seguintes mas continuou com um total de 11 filmes, entre eles um confronto com Freddy Krugger. Em 2009, Sexta Feira 13 (Friday the 13th) ganhou um remake mal sucedido e já se avista para breve uma nova tentativa de reiniciar a história para uma nova geração.

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O que há, no entanto, que justifica essa má fama para o citado dia ? Entre as versões que a explicam, que são várias, e datam de antes de Cristo, fala-se que que foi em uma Sexta Feira 13 (13 de Outubro de 1307) que o rei Felipe IV da França ordenou que os cavaleiros Templários fossem mortos e extintos. Há quem acredite que foi em uma Sexta Feira 13 que Jesus foi crucificado. O número 13 em si já é há muito tempo associado a algo ruim. Judas Iscariotes era o 13º apóstolo de Jesus; no Tarot, o 13 é uma carta que representa a morte e em tempos mais recentes, foi na Sexta Feira dia 13 de Novembro de 2015 que mais de 100 pessoas foram mortas e cerca de 400 foram feridas em 7 ataques terroristas  na França.

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A SENTINELA DOS MALDITOS

 

Voltando ao cinema, esse ano promete vários títulos voltados para assustar aos fãs do gênero como “Chamados” (Rings), o terceiro filme a explorar o fantasma da menina Samara, que agora troca a famigerada fita de vídeo pelo e-mail viral através da internet. O filme chega às nossas telas em Fevereiro com a intenção de dar continuidade ao filme original de 2003, que já era uma refilmagem de um título Japonês. Samara, no original era Sadako e estrela, em breve, o combate “Sadako Vs Kayako”, no qual vai enfrentar o fantasma Toshio de outra pérola, esta refilmada como “O Grito” em 2004. Em maio teremos “Annabelle 2” que promete repetir a performance do primeiro filme da boneca que rendeu mais de US$ 200 milhões mundialmente. O ano corrente, no entanto, reservou para junho o início da franquia de universo compartilhado de monstros da Universal que já no cartaz internacional do anunciado “A Múmia” anuncia um novo mundo de deuses e monstros, com Tom Cruise no papel do protagonista que vai enfrentar a criatura milenar. O mês de julho reserva o filme “Amityville – The Awakening” (Ainda sem título em Português) que revisitará a famosa mansão assombrada que foi palco de crimes hediondos e gerou diversos filmes.

Enquanto esses filmes na chegam às nossas salas, o blogcineonline deixa algumas sugestões de filmes (alguns deles antigos, mas assustadores) que podem aterrorizar sua sexta feira 13 :

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A CASA DA NOITE ETERNA

1) A SENTINELA DOS MALDITOS (The Sentinel) 1977. Dir:Michael Winner. Com Cristina Raines, Chris Sarandon, Burguess Meredith, Ava Gardner, John Carradini, Nana Visitor, Tom Berenger, Jeff Goldblum, Martin Balsam, Eli Wallachi. Jovem modelo se muda para prédio no Brooklyn desconhecendo que este guarda um portal para o inferno e que para mantê-lo fechado é necessário o sacrifício de um guardião. Tensão crescente e final surpreendente.

2) A CASA DA NOITE ETERNA (The Legendo of the Hell House) 1973. Dir: John Hough. Com Roddy McDowell, Pamela Franklin, Clive Revill. Escrito pelo excelente escritor Richard Matherson e elogiado pelo renomado crítico norte americano Roger Ebert, reúne quatro pessoas em uma casa assombrada para desvendar seus mistérios, entre eles um médium que é o último sobrevivente de uma visita anterior.

3) OLHOS FAMINTOS (Jeepers Creepers) 2001. Dir: Victor Salva. Com Justin Long, Gina Philips, Jonathan Breck. Indicado e premiado em Festivais do Gênero Fantástico, o filme gira em torno de dois irmãos perseguidos por uma terrível criatura que desperta de tempos em tempos para matar os que escolhe. O filme teve uma sequência em 2003 e um terceiro episodio será rodado em breve.

4) CHRISTINE O CARRO ASSASSINO (Christine) 1983. Dir: JOhn Carpenter. Com Keith Gordon, Alexandra Paul. Em vez dos conhecidíssimos “Carrie” oi “O Iluminado”, experimente ler e depois assistir a historia de um adolescente possuido por um espirito maligno que reside em seu carro, um Plymouth Fury vermelho e branco de 1957. Vejam por si por que Stephen King é um mestre em seu gênero.

 

 

PREVIEW 2017 NOS CINEMAS

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COMO É COMUM NOS MESES DE JANEIRO ANIMAÇÕES E FILMES FAMILIA TOMAM ESPAÇO DO CIRCUITO COMERCIAL. JANEIRO DE 2017 TRARÁ A ESTREIA DE “MOANA”, A NOVA PRINCESA DISNEY, QUE TRAZ O REFORÇO DE DWAYNE JOHNSON COMO O SEMI-DEUS MAUI EM SEU MAR DE AVENTURAS. A PRIMEIRA PRINCESA POLINESIA DA DISNEY É O PRIMEIRO GRANDE LANÇAMENTO DO ANO NOVO E VEM COM A RECEITA DE SUCESSO DA DISNEY, JÁ TENDO ESTREADO NOS ESTADOS UNIDOS COM BILHETERIA ASSOMBROSA. A ILLUMINATION STUDIOS QUE EM 2016 EMPLACOU “PETS – A VIDA SECRETA DOS BICHOS” E “SING – QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA” VOLTA EM 2017 COM SEU PRINCIPAL PERSONAGEM, O DIVERTIDO GRU E SEUS MINIONS EM “MEU MALVADO FAVORITO 3” (DESPICABLE 3) PREVISTO PARA AS FÉRIAS DE MEIO DE ANO. A DREAMWORKS REVISITA O DIA DOS MORTOS MEXICANO EM “COCO”.  A SONY ANIMATION TRAZ DE VOLTA  AS CRIATURINHAS AZUIS FAVORITAS DE CRIANÇAS E ADULTOS EM “SMURFS –A VILA PERDIDA”, DESTA VEZ SEM ATORES, TOTALMENTE EM ANIMAÇÃO DIGITAL, ENTÃO NÃO ESPEREM REENCONTRAR NEIL PATRICK HARRIS QUE TRABALHOU NOS DOIS PRIMEIROS FILMES DOS PERSONAGENS DO ARTISTA BELGA PEYO.  JÁ A FOX ANIMAÇÃO PROMETE DIVERTIR BAIXINHOS E ADULTOS EM “O PODEROSO CHEFINHO” (BOSS BABY). A DISNEY AINDA VOLTA COM “CARROS 3” (CARS 3) PROMETIDO PARA AS FÉRIAS DE JULHO. COMO A ANIMAÇÃO EXISTE FORA DO PADRÃO DISNEY, OS ARGENTINOS TRAZEM O PERSONAGEM “CONDORITO” E NÓS, BRASILEIROS, TEMOS A ADAPTAÇÃO DE “PEIXONAUTA”, BEM SUCEDIDA SÉRIE DO DISCOVERY KIDS.

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PARA OS FANS DOS FILMES DE AÇÃO, O ANO COMEÇA COM VIN DIESEL DE VOLTA AO PAPEL DO AGENTE SECRETO AMANTE DE ESPORTES RADICAIS XANDER CAGE EM “XXX – REATIVADO” (XXX – REACTIVATED). MAS OS FANS DE DIESEL ESTÃO ANSIOSAMENTE AGUARDANDO REVER SEU DOMINIC TORETTO EM “VELOZES & FEROZES 8” (THE FAST & THE FURIOUS 8 – FATE OF THE FURIOUS), O PRIMEIRO SEM PAUL WALKER, E COM O REFORÇO DA BELDADE CHARLIZE THERON NO PAPEL DA VILÃ QUE VAI VIRAR A CABEÇA DE TORETTO, E COLOCÁ-LO CONTRA SEUS AMIGOS. O FILME AINDA TRAZ DWAYNE JOHNSON NOVAMENTE COMO O AGENTE LUKE HOBBS E JASON STATHAM DE VOLTA AGORA, APARENTEMENTE, DO LADO DOS MOÇINHOS. DWAYNE JOHNSON AINDA APARECE EM 2017 NA ADAPTAÇÃO DA SÉRIE “BAYWATCH” AO LADO DE ZAC EFRON E ALEXANDRA DANDDARIO, MOSTRANDO QUE HOLLYWOOD NÃO ESQUECEU O MOTE DAS SÉRIES DE TV DO PASSADO COMO FONTE DE MATERIAL PARA ADAPTAÇÃO. OUTRO PRODUTO DA TELINHA ADAPTADO É “CHIP’S” QUE REUNE O DESCONHECIDO DAX SHEPHARD & MICHAEL PEÑA NOS ICÔNICOS PAPEIS DOS POLICIAIS RODOVIARIOS JOHN BAKER E FRANK PONCHIRELLO. KEANNU REEVES SE REENCONTRA COM LAWRENCE FISHBURNE (MATRIX) EM “JOHN WICK – UM NOVO DIA PARA MATAR” (JOHN WICK – CHAPTER TWO). MICHAEL FASSBENDER – O MAGNETO DOS XMEN – ESTRELA E PRODUZ A ADAPTAÇÃO DOS GAMES “ASSASSIN’S CREED”, CO-ESTRELADO PELA MARAVILHOSA MARION COITLARD. A EXCELENTE ATRIZ FRANCESA TAMBÉM ESTRELA AO LADO DE BRAD PITT “ALIADOS” (ALLIED) DIRIGIDO POR ROBERT ZEMECKIS. DENZEL WASHINGTON VOLTA AO PAPEL DE ROBERT MCCALL EM “O PROTETOR 2” (THE EQUALIZER 2). JÁ TARON EGERT SE JUNTA A UM SUPER ELENCO QUE INCLUI CHANNING TATUM, JULIANNE MOORE E HALLE BERRY EM “KINGSMAN – THE GOLDEN CIRCLE”.

WONDER WOMAN

OS SUPER HEROIS CONTINUARÃO A DOMINAR AS TELAS E O ANO NOVO PROMETE OS AGUARDADOS FILMES DA “MULHER-MARAVILHA” (WONDER WOMAN) E “LIGA DA JUSTIÇA” (JUSTICE LEAGUE) QUE TEM A MISSÃO DE PROVAR QUE A WARNER CONSEGUE EMPLACAR SEU UNIVERSO CINEMATICO DE HEROIS DEPOIS DA AVALANCHE DE CRITICAS NEGATIVAS ACUMULADAS EM 2016 COM “BATMAN X SUPERMAN – A ORIGEM DA JUSTIÇA” E “ESQUADRÃO SUICIDA”. A MARVEL NÃO DORME NO PONTO E CONTRA ATACA COM “HOMEM ARANHA VOLTA AO LAR” (SPIDER MAN HOMECOMING) E “THOR RAGNAROK”, ESTE ÚLTIMO REUNINDO O DEUS DO TROVÃO E O INCRIVEL HULK. JÁ HUGH JACKMAN SE DESPEDE DO MUTANTE FAVORITO DE TODOS NO FILME “LOGAN”, TERCEIRO DO WOLVERINE. MUITO ESPERADO É “GUARDIÕES DA GALAXIA – VOLUME II” (GUARDIANS OF THE GALAXY – VOLUME II) REUNINDO O GRUPO DO SENHOR DAS GALAXIAS E AS CONFUSÕES PROVOCADAS PELO BEBÊ GRUT. NO TRAILLER, AÇÃO E HUMOR NÃO FALTARÃO NO FILME DE JAMES GUNN.

passage

MUITO AGUARDADO JÁ PARA O INICIO DO ANO É A FICÇÃO CIENTIFICA “PASSAGEIROS” (PASSENGERS) QUE REUNE OS AMADOS CHRIS PRATT E JENNIFER LAWRENCE EM UMA HISTÓRIA DE ADÃO E EVA FUTURISTA ESCRITA POR JON SPAITHS, O MESMO QUE FEZ O ROTEIRO DE “PROMETHEUS”. A PROPÓSITO DESTE, RIDLEY SCOTT PROMETE LIGAR OS PONTOS ENTRE O FILME DE 2012 E O PRIMEIRO ALIEN DE 1979, CONFORME JÁ DIVULGADO O TRAILLER DE “ALIEN O PACTO” (ALIEN COVENANT).  OUTRA GRANDE OBRA DO GÊNERO RETOMADA É “BLADE RUNNER 2049”, PRODUZIDO POR RIDLEY SCOTT E DIRIGIDO POR DENNIS VILLENEUVE QUE NO ANO QUE ACABA ATRAIU ELOGIOS COM SEU “A CHEGADA”. MILLA JOJOVICH SE DESPEDE TAMBÉM DE SUA ALICE NO CAPÍTULO FINAL DA FRANQUIA “RESIDENT EVIL 6”. A WARNER RETOMA UM DOS ÍCONES DOS FILMES DE MONSTRO EM “KONG – A ILHA DA CAVEIRA” (KONG – SKULL ISLAND) COM TOM HIDDLESTONE (LOKI) E SAMUEL l. JACKSON. CHARLIE HUNMAN PROTAGONIZA “REI ARTHUR – A LENDA DA ESPADA” (KNIGHTS OF THE ROUND TABLE) DIRIGIDO POR GUY RITCHIE QUE PROMETE EXPLORAR AS LENDAS ARTURIANAS EM UMA SÉRIE DE FILMES. OS FANS DE ANIME AGUARDÃO COM ANSIEDADE AS BELAS FORMAS DE SCARLETT JOHANSSON EM “VIGILANTES DO AMANHÔ (GHOST IN THE SHELL). DEPOIS DE UMA SEQUENCIA DE INSUCESSOS JOHNNY DEPP VOLTA A SE VESTIR COMO O CAPITÃO JACK SPARROW EM “PIRATAS DO CARIBE – A MALDIÇÃO DE SALAZAR” (PIRATES OF THE CARIBBEAN – DEAD MEN TELL NO TALES), REUNINDO-O AO ELENCO DOS PRIMEIROS FILMES KEIRA KNIGHTLY, GEOFFREY RUSH E ORLANDO BLOOM. MUITA AÇÃO É PROMETIDO PARA O INICIO DO UNIVERSO DE MONSTROS DA UNIVERSAL QUE SE INICIARÁ COM TOM CRUISE, RUSSELL CROWE E SOFIA BOUTELLA EM “A MUMIA” (THE MUMMY) PREVISTO PARA JUNHO. O FUTURO DA ESPECIE HUMANA É COLOCADO EM QUESTÃO EM “PLANETA DOS MACACOS –A GUERRA” (WAR OF PLANET OF THE APES) . LUC BESSON PLANEJA NOS LEVA A UMA MOVIMENTADA AVENTURA NA ADAPTAÇÃO DAS HQS “VALERIAN & A CIDADE DOS MIL PLANETAS”, POUCO CONHECIDA AQUI NO BRASIL. CLARO QUE UM DOS MAIS AGUARDADOS É “STAR WARS – EPISODIO Viii”, QUE CERTAMENTE FARÁ UMA EMOCIONANTE HOMENAGEM A CARRIE FISHER EM SEU CANTO DE CISNE DAS TELAS.

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O CINEMA NACIONAL TEM MARCELO ADNET E DANTON MELLO EM “PENETRAS 2 – QUEM DÁ MAIS” PROMETENDO DIVERTIR. DOCE REENCONTRO É A VOLTA DE RENATO ARAGÃO E DEDÉ SANTANA (QUE NAS DÉCADAS DE 70 E 80 ERAM OS REIS DA BILHETERIA NACIONAL NOS FILMES DOS TRAPALHÕES) COM A ADAPTAÇÃO DO ESPETÁCULO “OS SALTIMBANCOS TRAPALHÕES”. PARA AS CRIANÇAS A ADAPTAÇÃO DA SÉRIE “DETETIVES DO PREDIO AZUL”. LARISSA MANOELA, QUE FOI UM FENÔMENO DE POPULARIDADE EM 2016, SE REUNE COM INGRID GUIMARAES EM “FALA SERIO MÃE”. JULIANA PAES, MARCELO FARIA E LEANDRO HASSUM REVISITAM A OBRA DE JORGE AMADO EM “DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS”.

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COMO É A ÉPOCA DE INDICADOS AO GLOBO DE OURO E O OSCAR TEMOS O ELOGIADO MUSICAL “LA LA LA LAND – CANTANDO ESTAÇÕES” (LA LA LAND) COM O CASAL RYAN GOSLING E EMMA STONE. NATALIE PORTMAN IMPRESSIONOU ESSE ANO NA CINEBIOGRAFIA DA EX PRIMEIRA DAMA JACKELINE KENNEDY. O FILME EM QUESTÃO, “JACKIE” ESTÁ PROGRAMADO PARA ESTREAR NO BRASIL AINDA NO PRIMEIRO TRIMESTRE. OUTRA CINEBIOGRAFIA MUITO COMENTADA EM 2016 E QUE CHEGA ATÉ NÓS EM 2017 É “ATÉ O ÚLTIMO HOMEM” (HACKSAW RIDGE) SOBRE UM SOLDADO QUE SE RECUSOU A USAR UMA ARMA E MATAR DURANTE A SEGUNDA GUERRA. O FILME É ESTRELADO POR ANDREW GARFIELD, EX-HOMEM ARANHA E DIRIGIDO PELO POLÊMICO MEL GIBSON QUE RETOMA A VELHA FORMA POR TRÁS DAS CÂMERAS. A SEGUNDA GUERRA TAMBÉM É O TEMA DE “DUNKIRK”, DE CHRISTOPHER NOLAN.  A HISTÓRIA DE DOIS PADRES JESUITAS É O TEMA DA VOLTA DO MESTRE MARTIN SCORCESE À DIREÇÃO EM “SILÊNCIO” (SILENCE). MICHAEL KEATON É O VILAO ABUTRE DO NOVO FILME DO HOMEM ARANHA, MAS MOSTRA SEU TALENTO NO PAPEL DO FUNDADOR DO MACDONALD’S EM “FOME DE PODER” (THE FOUNDER).

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PARA QUEM GOSTA DE TERROR, O ESPIRITO DE SAMARA VOLTA COM SEDE DE VINGANÇA EM “CHAMADOS” (RINGS). A CASA ASSOMBRADA MAIS FAMOSA DO CINEMA É REVISITADA EM “AMITYVILLE- THE AWAKENING”. OUTRO RETORNO É DA BONECA AMALDIÇOADA EM “ANNABELLE 2”, DIRIGIDO POR DAVID SANBERG QUE EM 2016 CHAMOU A ATENÇÃO PELO RESULTADO OBTIDO EM SUA ESTREIA EM “QUANDO AS LUZES SE APAGAM”. FALANDO EM TERROR, O MESTRE STEPHEN KING TEM RESERVADO DUAS ADAPTAÇÕES: O PRIMEIRO LIVRO DA SÉRIE “A TORRE NEGRA” (THE BLACK TOWER) COM IDRIS ELBA E MATHEW MACOUGHNEY E A VOLTA DO PALHAÇO PENNYWISE EM “IT”.

OUTROS LANÇAMENTOS PREVISTOS:

CINQUENTA TONS MAIS ESCUROS ¶ A GRANDE MURALHA ¶ A LEI DA NOITE ¶ TINHA QUE SER ELE ¶ POWER RANGERS ¶ A CABANA ¶O CÍRCULO ¶  DIARIO DE UM BANANA 4 ¶ TRANSFORMERS : O ÚLTIMO CAVALEIRO ¶ DEIXE A NEVE CAIR ¶VIDA ¶ SEXTA FEIRA 13 ¶A ESCOLHA PERFEITA 3 ¶

PRIMEIRA IMAGEM : A MÚMIA

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A UNIVERSAL JÁ ESTÁ SE MEXENDO EM CRIAR SEU UNIVERSO COMPARTILHADO DE MONSTROS, MESMO DEPOIS DA MORNA RECEPÇÃO DE “DRACULA UNTOLD” EM 2014. A IMAGEM ACIMA É DA ATRIZ SOFIA BOUTELLA COMO A RAINHA EGIPÍCIA DESPERTADA DE SEU SONO MILENAR PARA ATERRORISAR A LONDRES MODERNA. O FILME TERÁ TOM CRUISE NO PRINCIPAL PAPEL MASCULINO E AINDA TRARÁ RUSSELL CROWE NO PAPEL DE DR. jEKYLL (DE O MEDICO E O MONSTRO).