OSCAR 2019 : OS VENCEDORES

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Abertura da cerimônia em grande estilo com a banda Queen

  • MELHOR FILME : GREEN BOOK – O GUIA
  • MELHOR DIRETOR : ALFONSO CUARÓN (ROMA)
  • MELHOR ATOR: RAMI MALEK (BOHEMIAN RAPHSODY)
  • MELHOR ATRIZ: OLIVIA COLMAN (A FAVORITA)
  • MELHOR ATOR COADJUVANTE: MAHARSHALA ALI (GREEN BOOK)
  • MELHOR ATRIZ COADJUVANTE: REGINA KING (SE A RUA BEALE FALASSE)
  • MELHOR ROTEIRO ORIGINAL: GREEN BOOK – O GUIA
  • MELHOR ROTEIRO ADAPTADO: SPIKE LEE (INFILTRADO NO KLAN)
  • MELHOR FIGURINO: PANTERA NEGRA

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    Wakanda Forever: Os Super Herois no Oscar

  • MELHOR FOTOGRAFIA: ROMA
  • MELHOR FILME ESTRANGEIRO: ROMA
  • MELHOR MIXAGEM DE SOM: BOHEMIAN RAPHSODY
  • MELHOR MONTAGEM:  BOHEMIAN RAPHSODY
  • MELHOR MAQUIAGEM / PENTEADO: VICE
  • MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL: PANTERA NEGRA
  • MELHOR CANÇÃO ORIGINAL: LADY GAGA, SHALLOW (NASCE UMA ESTRELA)
  • MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: PANTERA NEGRA
  • MELHOR EDIÇÃO DE SOM: BOHEMIAN RAPHSODY
  • MELHOR MIXAGEM DE SOM: BOHEMIAN RAPHSODY
  • MELHOR EFEITOS VISUAIS: O PRIMEIRO HOMEM
  • MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO: HOMEM ARANHA NO ARANHAVERS

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    Indicados e Premiado em um Oscar bem Pop !!

  • MELHOR CURTA ANIMAÇÃO: BAO
  • MELHOR DOCUMENTÁRIO – LONGA: FREE SOLO
  • MELHOR DOCUMENTÁRIO – CURTA: ABSORVENDO O TABU
  • MELHOR CURTA METRAGEM – LIVE ACTION : SKIN

CRITIC’S CHOICE AWARDS 2019 – OS VENCEDORES

CINEMA

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MELHOR FILME
Roma

MELHOR ATOR
Christian Bale – Vice

MELHOR ATRIZ (deu empate)
Glenn Close – A Esposa
Lady Gaga – Nasce uma Estrela
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mahershala Ali – Green Book – O Guia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Regina King – Se a Rua Beale Falasse
MELHOR TALENTO JOVEM
Elsie Fisher – Eighth Grade
MELHOR ELENCO
A Favorita
MELHOR DIRETOR
Alfonso Cuarón – Roma
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
First Reformed

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EMPATE: LADY GAGA & GLENN CLOSE

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Se a Rua Beale Falasse
MELHOR FOTOGRAFIA
Roma
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Pantera Negra
MELHOR MONTAGEM
O Primeiro Homem
MELHOR FIGURINO
Pantera Negra
MELHOR CABELO E MAQUIAGEM
Vice
MELHORES EFEITOS VISUAIS
Pantera Negra
MELHOR ANIMAÇÃO
Homem-Aranha no Aranhaverso
MELHOR FILME DE AÇÃO
Missão Impossível: Efeito Fallout
MELHOR COMÉDIA
Podres de Ricos
MELHOR ATOR EM FILME DE COMÉDIA
Christian Bale – Vice

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MELHOR ATRIZ EM FILME DE COMÉDIA
Olivia Colman – A Favorita
MELHOR FILME DE TERROR OU FICÇÃO CIENTÍFICA
Um Lugar Silencioso
MELHOR FILME DE LÍNGUA ESTRANGEIRA
Roma
MELHOR CANÇÃO
“Shallow” – Nasce uma Estrela
MELHOR TRILHA
O Primeiro Homem

 

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EMILY BLUNT PARABENIZA O MARIDO JOHN KRAZINSKI

TELEVISÃO

MELHOR DRAMA
The Americans
MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMA
Matthew Rhys – The Americans
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMA
Sandra Oh – Killing Eve
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Noah Emmerich – The Americans
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMA
Thandie Newton – Westworld
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
The Marvelous Mrs. Maisel
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Bill Hader – Barry
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel

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RAMI MALEK & REGINA KING

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Henry Winkler – Barry
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel
MELHOR SÉRIE LIMITADA
The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

MELHOR TELEFILME
Jesus Christ Superstar Live in Concert
MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Darren Criss – The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME (deu empate)
Amy Adams – Sharp Objects
Patricia Arquette – Escape at Dannemora
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Ben Whishaw – A Very English Scandal
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU TELEFILME
Patricia Clarkson – Sharp Objects
MELHOR SÉRIE ANIMADA
BoJack Horseman

 

GOLDEN GLOBE 2019 – OS VENCEDORES

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A ACIDEZ DE RICK GERVAIS FEZ FALTA, MAS SANDRA OH E ANDY SAMBERG NÃO FORAM DOS PIORES MESTRES DE CERIMÔNIA. CLARO QUE PIADINHAS BOBAS OCORRERAM MAS NÃO FORAM EXCLUSIDADE DELES. AMY POHLAN E MAYA RUDOLPH ESTAVAM SEM GRAÇA TAMBÉM, TÍPICO DAS CERIMÔNIAS DE PREMIAÇÃO. AO CONTRARIO, O DISCURSO DE STEVE CARRELL FOI CORRETO NA MEDIDA CERTA QUANDO NA HOMENAGEM A CAROL BURNETT E O MESMO PODE SER DITO COM O PRÊMIO A JEFF BRIDGES POR UM CONJUNTO DE OBRA RESPEITÁVEL E ADMIRÁVEL.

PRÊMIOS CINEMA

Filme – Drama: Bohemian Rhapsody
Atriz – Drama: Glenn Close, A Esposa
Ator – Drama: Rami Malek, Bohemian Rhapsody
Filme – Musical ou Comédia: Green Book: O Guia
Atriz – Musical ou Comédia: Olivia Colman, A Favorita
Ator – Musical ou Comédia: Christian Bale, Vice

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CONFESSO QUE ESTOU SEMPRE TORCENDO POR AMY ADDAMS E QUE LADY GAGA ERA OUTRA INDICADA DE MÉRITO INEGÁVEL, BEM COMO DE BRADLEY COOPER, ATOR E DIRETOR DE “NASCE UMA ESTRELA”. ESTE FICOU O PRÊMIO DE MELHOR CANÇÃO AO MENOS. ENTRE AGRACIADOS E INJUSTIÇADOS PERCEBE-SE AO MENOS QUE “GREEN BOOK – O GUIA” JUSTIFICA-SE POR SUA HISTÓRIA DE HUMOR E DRAMA TRATANDO DE RACISMO E AMIZADE, QUE DEU O PRÊMIO DE MELHOR ATOR COADJUVANTE PARA MAHARSHALA ALI. RAMI MALEK MERECEU SEU PRÊMIO DE MELHOR ATOR POR ENCARNAR COM PERFEIÇÃO O ÍDOLO FREDDIE MERCURY NO CONSAGRADO “BOHEMIAN RAPHSODY”. GLENN CLOSE FATUROU SEU GOLDEN GLOBE POR “A ESPOSA” E AQUEÇE AS POSSIBILIDADES DE FINALMENTE VIR A GANHAR TAMBÉM O OSCAR.

Atriz Coadjuvante: Regina King, Se a Rua Beale Falasse
Ator Coadjuvante: Mahershala Ali, Green Book: O Guia
Diretor: Alfonso Cuarón, Roma
Filme – Animação: Homem-Aranha no Aranhaverso
Filme Estrangeiro: Roma (México)
Roteiro: Green Book: O Guia

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Trilha Sonora: O Primeiro Homem
Canção: Shallow, de Nasce uma Estrela.

PRÊMIOS TELEVISÃO

Série – Drama: The Americans
Atriz em Série – Drama: Sandra Oh, Killing Eve

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QUEM DIRIA QUE UMA ANIMAÇÃO DISNEY COMO “OS INCRÍVEIS 2” PERDERIA O PRÊMIO DE MELHOR ANIMAÇÃO PARA “HOMEM ARANHA NO ARANHAVERSO”? JÁ MICHAEL DOUGLAS FEZ BELO DISCURSO DE AGRADECIMENTO COROANDO UMA CARREIRA  BRILHANTE.  DUAS PATRICIAS TAMBÉM ESTIVERAM ENTRE AS PREMIADAS: PATRICIA ARQUETTE E PATRICIA CLARKSON FIZERAM BONS DISCURSOS DE AGRADECIMENTO. POREM FOI SANDRA OH QUEM FEZ HISTÓRIA AO SE TORNAR A PRIMEIRA ATRIZ ASIÁTICA A GANHAR MAIS DE UM GOLDEN GLOBE (O PRIMEIRO FOI EM 2006). TAMBÉM FOI A SEGUNDA ATRIZ ASIÁTICA A VENCER EM UMA DAS PRINCIPAIS CATEGORIAS (A PRIMEIRA FOI EM 1981 YOKO SHIMADA POR “SHOGUN”) E AINDA ECOA NOS OUVIDOS SUA EMOÇÃO SINCERA DIZENDO “PAPAI !!”, NUMA PAUSA AO SEU PAPEL DE ANFITRIÂ DA CERIMÔNIA.

Ator em Série – Drama: Richard Madden, Bodyguard
Série – Musical ou Comédia: The Kominsky Method
Atriz em Série – Musical ou Comédia: Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel
Ator em Série – Musical ou Comédia: Michael Douglas, The Kominsky Method
Minissérie ou Telefilme: The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

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Atriz em Minissérie ou Telefilme: Patricia Arquette, Escape at Dannemora
Ator em Minissérie ou Telefilme: Darren Criss, The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story
Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: Patricia Clarkson, Sharp Objects 
Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Telefilme: Ben Whishaw, A Very English Scandal

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OS MELHORES & OS PIORES DE 2018 NO CINEMA

OS PIORES DO ANO 2018

1- UMA DOBRA NO TEMPO. SEM DUVIDA O PIOR FILME DO ANO. CHEGA A SER CONSTRANGEDOR VER BONS ATORES COMO REESE WINTHERSPOON E OPRAH WINFREY EM UMA HISTÓRIA EM QUE NADA FUNCIONA. SIMPLESMENTE NUNCA SE CONECTA COM O PÚBLICO ALVO NEM CONSEGUE IMPRIMIR AQUELE TOM CAPAZ DE FAZER OS ADULTOS EMBARCAREM EM UMA FÁBULA E QUERER VOLTAR A SER CRIANÇA.

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2- TOMB RAIDER -A ORIGEM. SE PROPÕE A SER UM REBOOT MAS NÃO CONVENCE, NÃO INFLAMA E NÃO AJUDA O FATO DE QUE ALICIA VIKANDER NÃO AGRADA. NÃO É POR COMPARAÇÃO COM ANGELINA JOLIE, MAS PORQUE O ROTEIRO NÃO AJUDA A FAZER LARA CROFT UMA PERSONAGEM INTERESSANTE.

3- SOBRENATURAL 3 – A ÚLTIMA CHAVE. PODERIA SER UMA BOA IDEIA UM TERCEIRO FILME QUE VOLTASSE AO PASSADO DA PROTAGONISTA MAS TUDO QUE O FILME MOSTRA É MAIS DO MESMO E AS SITUAÇÕES NÃO DEIXAM AQUELA ATMOSFERA ASSUSTADORA. É TUDO PRETENSO MAS JAMAIS ALCANÇADO ATÉ O FINAL.

4- A MALDIÇÃO DA CASA WINCHESTER. HELEN MIRREN É EXCELENTE ATRIZ MAS SEU TALENTO É JOGADO FORA EM UMA HISTÓRIA RECHEADA DE CLICHÊS ONDE NÃO UM UNICO MOMENTO QUE NÃO SEJA PREVISIVEL. O PIOR PARA UM FILME DE TERROR É NÃO CONSEGUIR DAR UM SUSTO. LAMENTÁVEL PARA UMA CONHECIDA HISTÓRIA ADAPTADA DE UM CASO REAL.

5 -HAN SOLO – UMA HISTORIA DE STAR WARS. SOU MUITO FÃ DA SAGA MAS O FILME DEU SONO. A TRAMA É FRACA DEMAIS QUANDO DEVERIA DE SERVIR PARA FAZER DE “HAN SOLO JOVEM” UMA FRANQUIA PARALELA. A TROCA DE DIREÇÃO PODE TER PREJUDICADO O RESULTADO FINAL, MAS CREIO QUE A OVERDOSE DE UM FILME DE STAR WARS POR ANO, CONFORME PRETENDIDA PELA DISNEY, CANSA QUALQUER PÚBLICO E NÃO DÁ MANTER A QUALIDADE NOS ROTEIROS.

OS MELHORES DO ANO 2018

1- A FORMA DA ÁGUA. GUILHERMO DEL TORO CONSEGUE EQUILIBRAR COM PERFEIÇÃO HUMOR, DRAMA, MUSICAL E FICÇÃO CIENTIFICA SEM JAMAIS PERDER O OBJETIVO DE CONTAR UMA HISTÓRIA APARENTEMENTE ESQUISITA, MAS JÁ MOSTRADA EM VÁRIOS FILMES DE MONSTRO, FAZENDO DO SER HUMANO O VERDADEIRO MONSTRO, INVERTENDO PAPEIS COMUNS AO GÊNERO E SOBRETUDO EMOCIONANDO, ENVOLVENDO O PUBLICO COMO POUCOS CONSEGUEM.

2- AQUAMAN. GRATA SURPRESA QUE FAZ A AVENTURA DE UM HEROI QUE DURANTE MUITO TEMPO FOI RIDICULARIZADO, RELEGADO A TERCEIRO PLANO NO PANTEÃO DOS SUPER HERÓIS DA DC COMICS. O FILME DE JAMES WAN É  MOVIMENTADO E ENGRAÇADO NA MEDIDA CERTA, É ÉPICO E INSTIGANTE COMO JULES VERNE E SUAS 20000 LÉGUAS CLASSICAS.

3- UM LUGAR SILENCIOSO. INVENTIVO E ASSUSTADOR COMO POUCOS FILMES DO GÊNERO CONSEGUEM SER. JAMAIS ESBARRA NO MONÓTONO APESAR DE UMA PREMISSA EM QUE O SILENCIO ANGUSTIANTE ATRAVESSA O TEMPO TODO A HISTÓRIA E FAZ O ÓTIMO ELENCO ATUAR COM OLHARES E GESTOS SEM JAMAIS CAIR NO CARICATO OU EXAGERADO.

4-PANTERA NEGRA. CONSEGUE O MESMO MÉRITO DE “CAPITÃO AMERICA SOLDADO INVERNAL”, OU SEJA, FAZER UM FILME DE SUPER HEROI QUE FOGE AO LUGAR COMUM. FALA DE POLITICA, DE QUESTÕES SOCIAIS, DE TRADIÇÃO E SOBRETUDO MOSTRA RIQUEZA CULTURAL NAS QUESTÕES ENVOLVENDO O REINO DE WAKANDA E O MUNDO EXTERNO.

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5-NASCE UMA ESTRELA. BRADLEY COOPER E LADY GAGA RESGATARAM O LADO HUMANO, EMOTIVO, ROMÂNTICO QUE O CINEMA PERDEU AO LONGO DAS DÉCADAS. É PUNGENTE E CATARTICO O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO QUE O CASAL DE PROTAGONISTA PASSA. TOCA QUALQUER UM E UM DESEMPENHO DE AMBOS OS ATORES DIGNOS DE QUALQUER PREMIAÇÃO.

 

VINGADORES: GUERRA INFINITA

            Leitores de quadrinhos foram conquistados pela continuidade no Universo Marvel quando a editora nasceu ainda na primeira metade da década de 60. A ideia de que eventos na história de um herói seriam conectados a eventos de outros ajudou a reforçar o tom dramático pretendido, além de prender a atenção do leitor. Reproduzir essa conexão em filmes sequenciados foi um desafio vencido pela editora, hoje um estúdio dos mais bem sucedidos, e agora prestes a entregar um dos mais aguardados filmes do gênero, que ajudou a consolidar na Hollywood moderna.

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           São mais de 60 personagens em cena (entre principais, coadjuvantes e participações especiais) reunidos em uma batalha épica que servirá de um longo epílogo para sua atual fase. Inicialmente anunciado como um filme dividido em duas partes, ao menos até que os irmãos Anthony e Joe Russo anunciaram que Vingadores 3 e 4 seriam filmes independentes porem interligados. O desafio dos diretores é manter a coesão em um elenco diverso, geralmente repleto de egos inflados, e a coerência com um total de 18 filmes iniciado há dez anos quando Jon Favreau ressuscitou a carreira de Robert Downey Jr entregando-lhe o papel de Tony Stark em “Homem de Ferro” (Iron Man). Ao final deste, a presença de Samuel L. Jackson como Nick Fury na primeira de várias cenas pós créditos que se tornaram marca registrada dos filmes da Marvel.  Como os personagens mais populares da editora já estavam sendo filmado por outros estúdios (Homem Aranha na Sony, X Men na Fox), a decisão foi aproveitar os outros heróis do catalogo e, na primeira fase, estes foram apresentados ao público, nos filmes “O Incrível Hulk” (lançado dois meses depois do filme de Jon Favreau), “Homem de Ferro 2”, já no ano seguinte, seguido de “Thor” e “Capitão América: O Primeiro Vingador” (ambos de 2011). Ao final deste, Steve Rogers desperta no mundo atual dando sinal verde para a reunião de todos em “Vingadores” (2012), hábilmente dirigidos por Joss Whedon. Mostrando que tudo era apenas uma pequena amostra do poder de fogo do estúdio, Whedon só encerra o filme depois que após os créditos surge a figura sinistra de Thanos como o arquiteto da batalha vencida pela equipe que ainda inclui em suas fileiras o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e o Hulk (Mark Ruffalo substituindo Edward Norton). Desde então o confronto com Thanos tem sido uma ameaça constante, mas velada a medida que o estúdio seguia deixando para trás uma série de adaptações mal sucedidas como o “Quarteto Fantastico” de Roger Corman ou o seriado do “Homem Aranha” nos anos 70, período cuja única exceção foi a série do “Incrível Hulk” com Bill Bixby e Lou Ferrigno.

Infinity-Gauntlet-600x400-im-des             A Marvel passou a colecionar sucessos com personagens desconhecidos do grande público como “Guardiões da Galáxia” (2014) e “Homem Formiga” (2015), além de construir trilogias individuais com Homem de ferro, Thor e Capitão América. Grande triunfo foi o acordo entre a Sony e a Marvel que permitiu que o Homem Aranha, seu herói mais popular, fosse integrado ao assim chamado “Universo Cinemático Marvel”, a partir de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), e em seguida “Homem Aranha Volta ao Lar” (2016).  A venda da editora para a Disney só aumentou o poder de fogo dos heróis da editora, mesmo que desentendimentos com a Universal tenham impedido a realização de mais um filme solo do “Hulk”, fazendo do gigante verde uma espécie de coadjuvante de luxo de filmes como “Thor Ragnarok” (2017), sub aproveitando a trama da hq “Planeta Hulk” diluída no filme do Deus do Trovão.

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             A cada filme a trama tecida apontava um plano maior com as joias do infinito, artefatos de grande poder que reunidos em uma manopla, podem destruir o universo. O Tessaract é a joia do espaço, a primeira mostrada em “Thor” e em seguida “Capitão América: O Primeiro Vingador”; A joia da mente é a que foi entregue a Loki no cetro usado pelo vilão asgardiano em “Vingadores” (2012) e que foi depois usada para criar o sintozóide Visão em “Vingadores: A Era de Ultron” (2015); o éter de “Thor: Mundo Sombrio” (2013) é a joia da realidade, introduzida pouco antes da joia do poder em “Guardiões da Galáxia” (2014); e a joia do tempo é o olho de Agamotto apresentado em “Dr.Estranho” (2016). Falta apenas uma, a joia da alma, cujo paradeiro certamente será revelado agora com a chegada de Thanos na Terra.

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              A estratégia conduzida por Kevin Fiege, presidente da Marvel, foi aproveitar tramas oriundas dos quadrinhos, mesclando material clássico (a origem dos heróis, o robô Ultron, as joias do infinito) com histórias mais recentes (guerra civil, o soldado invernal) reunindo atores renomados para papeis periféricos (Anthony Hopkins, Michael Douglas, Cate Blanchett, Kurt Russell, Robert Redford) com talentos mais jovens (Chris Evans, Chris Hemsworth, Tom Holland, Benedict Cumberbatch, Chris Pratt) – incluindo claro a pedra fundamental do elenco, Robert Downey Jr cujo salário de 44 milhões coroa seu carisma diante do público que tem correspondido com devoção a cada sucesso do estúdio como o recente “Pantera Negra”, cuja bilheteria doméstica  já desbancou até mesmo filmes como “Titanic” (1998). Tendo em mente o orçamento milionário do novo Vingadores, este estará à altura da ameaça representada pelo vilão criado por Jim Starlin em “Iron Man #55” de 1973. Thanos é um alienígena de Titã, lua de Saturno, apaixonado pela morte e, que emprega todas suas ações homicidas com o propósito de agradá-la. Os confrontos com os heróis se seguiram por vários anos até atingir seu ápice em 1977, publicado pela primeira vez no Brasil, no título da Editora Abril “Grandes Heróis Marvel #1”, seis anos depois. O apetite genocida do vilão voltou quando este ressuscita em 1990 com a missão de apagar metade dos seres vivos do universo, e aí surge a ideia da manopla com as joias do infinito reunida em “Thanos: Em Busca do Poder” alcançando os poderes de um Deus, levando à mini-série “Desafio Infinito” de 1991, onde estão todas as ideias exploradas no roteiro deste terceiro filme dos Vingadores. Nos quadrinhos, Thanos só foi derrotado porque inconscientemente ele assim desejou terminando por se aliar aos heróis contra uma ameaça em comum nas sequências “Guerra Infinita” (1992) cujo plot é totalmente diferente do filme homônimo, e “Cruzada Infinita” (1993). Anos mais tarde novas histórias dariam prosseguimento à jornada do vilão em sua devoção à própria morte, que aliás é o significado de seu nome vindo do grego Thánatos.

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           O novo filme ainda aproveita outras fases dos heróis da editora como a nova identidade de Steve Rogers, que depois dos eventos de “Capitão América: Guerra Civil” deixou a barba crescer, largou o escudo e assumiu o codinome “Nômade”, refletindo o que herói fizera originalmente em 1974 nas páginas de “Captain America #180”. Nos quadrinhos Steve Rogers ainda abandonaria sua famosa identidade heroica outras vezes. Mortes são esperadas para esse capítulo, um desfecho arquitetado desde o começo dos estúdios Marvel, mudanças serão sentidas, mas certamente a chegada do filme representará um novo patamar para o filme de super herói, um que nem mesmo o criativo Stan Lee teria imaginado quando criou a primeira hq do “Quarteto Fantástico”, o título que iniciou a casa das maravilhas e que ainda demonstra fôlego para muito mais, que dez anos depois do primeiro Homem de Ferro é celebrado com toda a pompa e circunstância que faz dos Vingadores

OSCAR 2018 – OS VENCEDORES

  • Ator Coadjuvante – Sam Rockwell, Três Anúncios para Um Crime
  • Maquiagem e Cabelo – O Destino de Uma Nação
  • Figurino – Trama Fantasma
  • Documentário- Ícaro
  • Mixagem de Som- Dunkirk
  • Edição de Som- Dunkirk
  • Direção de arte- A Forma da Água
  • Filme em Língua Estrangeira Uma Mulher Fantástica (Chile)
  • Atriz Coadjuvante- Allison Janney, Eu, Tonya

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  • Curta de animação- Dear Basketball

  • AnimaçãoViva – A Vida É uma Festa
  • Efeitos Visuais- Blade Runner 2049
  • Edição – Dunkirk
  • Documentário em curta-metragem – Heaven Is a Traffic Jam on the 405
  • Curta-metragem  -The Silent Child
  • Roteiro Adaptado –Me Chame pelo Seu Nome
  • Roteiro Original –Corra!
  • Fotografia – Blade Runner 2049
  • Trilha Sonora Original – A Forma da Água
  • Canção Original –Remember Me, de Viva – A Vida É uma Festa
  • Direção – Guillermo del Toro, A Forma da Água
  • Melhor ator – Gary Oldman, O Destino de Uma Nação
  • Melhor Atriz – Frances McDormand, Três Anúncios para Um Crime
  • Melhor Filme – A Forma da Água

 

PANTERA NEGRA:A COR DO HEROÍSMO

Na cerimônia de entrega dos Golden Globes deste ano Oprah Winfrey tornou-se a primeira atriz negra agraciada com o prêmio Cecil B DeMille, ocasião que aproveitou para lembrar do impacto da premiação em 1964 quando Sidney Poitier ganhou o Oscar de melhor ator por “Uma Voz nas Sombras”. Era a época da luta pelos direitos civis, um ano depois do histórico discurso “I have a dream” de Martin Luther King, nove anos depois da costureira Rosa Parks ousar dizer não a um ato de segregação racial, e um ano antes do assassinato do ativista Malcom X. Se esses representaram a luta pela igualdade racial no mundo real, faltava um símbolo que trouxesse a questão para o campo da ficção. Coube a Stan Lee e Jack Kirby a criação do Pantera Negra, primeiro super herói das HQs.

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          É verdade que antes do Pantera Negra, já existia o Lothar, braço direito do mágico Mandrake (1934) de Lee Falk, mas a imagem era por demais estereotipada. Em 1947 foi publicado a revista “All-Negro comics” com os personagens Ace Harlem e Lion Man, mas esta ficou restrita ao numero um. Em 1954 ainda houve “Waku, Príncipe dos Batu”, da Timely Comics (Antecessora da Marvel), mas poucas histórias do personagem foram publicadas no título “Jungle Tales”. O Pantera Negra quebrou essas barreiras, pois mostrava um homem negro com super poderes e inteligência extraordinária, herdeiro do trono da fictícia nação africana de Wakanda. Sua primeira aparição foi na edição #52 do “Quarteto Fantástico”, de Julho de 1966, na qual somos apresentados ao príncipe T’Challa, um homem culto (foi educado nas melhores escolas da Europa e América) que precisou superar o desejo de vingança quando seu pai, o Rei T’Chaka foi morto pelo vilão Garra Sônica, que planeja se apoderar do valioso metal Vibranium, existente apenas em Wakanda.

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         Dois meses depois da criação do personagem foi fundado o Partido dos Panteras Negras, grupo extremista que por causa 20 anos confrontou a polícia e demais instituições na luta contra atos racistas. Temendo qualquer associação inicial Stan Lee chegou a rebatizar o personagem de “Black Leopard”, mas não demorou muito para reverter para o nome original. Depois de sua aparição inicial, o personagem ingressou nos Vingadores, levando a ganhar o título “Jungle Action featuring The Black Panther” a partir de 1973.

Pantera Negra no Brasil

    Em 1969 Pelé marcou seu milésimo gol pelo Santos derrotando o Vasco no Maracanã marcando 2 a 1. Era um negro alcançando um marco nos esportes, no mesmo ano em que Grande Otelo venceu como melhor ator no Festival de Brasília por seu papel em “Macunaíma”. Em meio a essas conquistas chegou a nossas bancas a revista “Homem de Ferro & Capitão América” #19 trazendo a história “The Claws of the Panther” originalmente publicada em “Tales of Suspense” #98. Foi o primeiro contato do leitor brasileiro com o príncipe T’Challa. Somente em 1974, a clássica história publicada originalmente no título do Quarteto Fantástico chegaria no Brasil na revista do “Homem Aranha” # 66, pela editora Ebal. Muitos anos depois, o personagem ganhou maior destaque no Brasil quando os heróis Marvel começaram a ser publicados pela Editora Abril a partir de “Superaventuras Marvel” #7 (Janeiro 1983). A Princesa Shuri, a irmã do Pantera Negra só seria conhecida a partir de 2005 quando o escritor Reginald Hudlin e o desenhista John Romita Jr assumiram um novo título para o heroi. Nos quadrinhos T’Challa é voltado para a ciência enquanto Suri é mais voltada para as crenças espirituais de seu povo. No filme os papeis foram invertidos fazendo de Shuri uma inventora e levando T’Challa a dimensão espiritual onde se comunica com seu pai falecido. Outro momento marcante do personagem no Brasil é a história do casamento do herói com a Tempestade dos X Men nas páginas de “Marvel Action” #8 (Agosto de 2007). Mais tarde, a Marvel reverteria tudo separando os personagens.

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Outros Herois Negros

       Com o caminho aberto pelo Pantera, outros super heróis negros seriam lançados: Em 1969 Sam Wilson, o Falcão tornou-se o parceiro do Capitão América, chegando a substituí-lo recentemente. Em meio a Blackexplotation (série de filmes com elenco e equipe essencialmente com artistas negros) surgiu o icônico detetive Shaft, interpretado por Richard Roundtree em 1971, e revivido por Samuel L.Jackson em 2000. Em 1972 a Marvel publicou “Luke Cage Hero For Hire”, que chegou ao Brasil um ano depois pela editora Górrion. Nesta ocasião, enquanto Luke Cage tinha o poder de ser incrivelmente forte e de pele indestrutível, na vida real o boxeador Muhammed Ali suportou 12 assaltos com o maxilar quebrado em luta contra Ken Norton. Em 1979, a DC Comics chegou a publicar a icônica história “Superman Vs Muhammed Ali”. A mesma editora contribuiu com dois personagens de peso: Em 1972 surgiu John Stewart o primeiro Lanterna Verde negro (extremamente popular na animação da “Liga da Justiça”) e em 1977 surgiu Raio Negro que viria mais tarde a ingressar na Liga da Justiça. Entre as heroínas, a Marvel tinha a mutante Tempestade (1975) e a rival DC tinha Vixen (1978) capaz de mimetizar as habilidades de vários animais. Nos anos 80 estrearam a “Capitã Marvel” (1982) e Cyborg (1980) que originalmente fazia parte dos Titãs, e depois foi reformulado para a Liga da Justiça. Um dos personagens mais populares nos anos 90 foi o “Super Choque” (Static), criado pelo roteirista Dwayne McDuffie em 1993, e que chegou a ter uma animação de sucesso na TV. McDuffie juntou-se a vários artistas afro-americanos e criou um universo de personagens negros na editora Milestone.

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          Os quadrinhos contribuíram com uma respeitosa representação étnica, mas devemos nos lembrar que o meio reflete os esforços de artistas desbravadores como a atriz Hattie MCDaniel que foi a primeira negra a ganhar um Oscar (atriz coadjuvante) em 1939 por “E O Vento Levou”, a gravadora Motown quer abriu espaço para artistas como Michael Jackson, Isaac Hayes, Marvin Gaye, ou em tempos mais recentes atores como Samuel L.Jackson, Morgan Freeman, Viola Davis, Idris Elba, Whopi Goldberg, Halle Berry, Denzel Washington entre outros. Sua voz e a nossa são uma só, a de nos lembrar que seja na ficção ou na vida real somos iguais, humanos, e precisamos ser super heróis para vencer o racismo e fazer todo o mundo lembrar que se ébano ou marfim, o equilíbrio real é conviver com as diferenças.

ESTREIAS DA SEMANA : 15 DE FEVEREIRO

PANTERA NEGRA

PANTERA NEGRA

(BLACK PANTHER) EUA 2918. DIR: RYAN COOGLER. COM CHADWICK BOSEMAN, LUPITA NYONG’O, MICHAEL B. JORDAN, MARTIN FREEMAN, LAETITIA WRIGHT, ANDY SERKIS. AVENTURA.

PRIMEIRO SUPER HEROI NEGRO DAS HQS CHEGA AO CINEMA EM UMA SUPER PRODUÇÃO, IMPORTANTE PARA PREPARAR O CAMINHO PARA O VINDOURO “VINGADORES GUERRA INFINITA” E PARA AS MUDANÇAS PROMETIDAS PARA O UNIVERSO CINEMATOGRAFICO MARVEL. T’CHALLA É HERDEIRO DO TRONO DE WAKANDA, FICTÍCIA NAÇÃO AFRICANA E BERÇO DO VALIOSO METAL VIBRANIUM. DEPOIS DE TER PERDIDO SEU PAI (CAPITÃO AMERICA GUERRA CIVIL), T’CHALLA (BOSEMAN) RETORNA AO SEU REINO E PRECISA MANTÊ-LO UNIDO ENQUANTO O VILÃO ULISSES KLAUS PLANEJA SE APOSSAR DE TODO VIBRANIUM QUE PUDER. A TEMPO: HÁ DUAS CENAS PÓS CRÉDITOS E EM MAIS UM CAPÍTULO ONDE ESTÁ WALLY, DESCUBRAM A PASSAGEM CAMEO DE STAN LEE.

EU TONYA

EU TONIA

(I TONYA) EUA 2018. DIR: CRAIG GILLESPIE. COM MARGOT ROBBIE, ALLISON JENNEY, SEBASTIAN STAN. DRAMA.

MARGOT ROBBIE PROVA AQUI QUE ALÉM DE MUITA BONITA É TALENTOSA E PODE IR ALÉM DA INSANIDADE DE ARLEQUINA (SEU PERSONAGEM MAIS POPULAR). BASEADO EM FATOS REAIS, O FILME MOSTRA A PATINADORA TONYA HARDING QUE APESAR DE SEU TALENTO, LIDA COM OS MAUS TRATOS DE SUA MÃE (JENNEY) E DO ABUSOS DE SEU MARIDO (STAN). GRAÇAS A ESTE, A CARREIRA DE TONYA SE VÊ ABALADA POR UMA PLANO DIABOLICO ELABORADO POR ELE PARA SE LIVRAR DE SUAS COMPETIDORAS NA OLIMPIADA DE INVERNO DE 1994. TENDO LEVADO O GOLDEN GLOBE DE MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA ALISON JENNEY, O FILME APARECE ENTRE OS INDICADOS AO OSCAR DESSE ANO NAS CATEGORIAS MELHOR EDIÇÃO, MELHOR ATRIZ (ROBBIE) E MELHOR ATRIZ COADJUVANTE (JENNEY). ATENTEM PARA A PRESENÇA DE SEBASTIAN STAN, O SOLDADO INVERNAL DOS FILMES DO MARVEL STUDIOS.

TRÊS ANUNCIOS PARA UM CRIME

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(THREE BILLBOARDS OUTSIDE EBBING, MISSOURI) EUA 2018. DIR: MARTIN MCDONAUGH. COM FRANCES MCDORMAND, WOODY HARRELLSON, ABBIE CORNISH, PETER DINKLAGE, SAM ROCKWELL, KATHRYN NEWTON. DRAMA.

QUANDO A POLÍCIA NÃO CONSEGUE ENCONTRAR O ASSASSINO DE SUA FILHA, MILDRED (MCDORMAND) USA OS OUTDOORS PARA PRESSIONAR AS AUTORIDADES ATÉ QUE DECIDE POR FIM FAZER JKUSTIÇA COM AS PRÓPRIAS MÃOS. VENCEDOR DE 4 GOLDEN GLOBES, INCLUINDO ATRIZ (MCDORMAND) E ATOR (ROCKWELL), O FILME ESCRITO E DIRIGISO POR MARTIN MCDONAUGH, ESTÁ INDICADO TAMBÉM AOS OSCARS NESTAS CATEGORIAS ALÉM DE MELHOR FILME, ROTEIRO ORIGINAL, EDIÇÃO E TRILHA SONORA. CURIOSAMENTE, A CATEGORIA DE MELHOR ATOR COADJUVANTE AINDA TEM WOODY HARRELSON CONCORRENDO PELO PAPEL DO POLICIAL QUE INVESTIGA O CASO.

TRAILLERS : PANTERA NEGRA, DESEJO DE MATAR, SOBRENATURAL A ÚLTIMA CHAVE.

PANTERA NEGRA: O AGUARDADO FILME DO HERÓI CHEGA AOS NOSSOS CINEMAS DIA 15 DE FEVEREIRO. É O PRIMEIRO SUPER HEROI NEGRO DAS HQS, SAÍDO DO PANTEÃO DE HEROIS MARVEL.

DESEJO DE MATAR: DIA 1º DE MARÇO ESTREIA A REFILMAGEM DE UM DOS MAIORES SUCESSOS DOS ANOS 70, TAMBÉM UM DOS MAIS POLÊMICOS DA ÉPOCA: A QUESTÃO DE FAZER JUSTIÇA COM AS PROPRIAS MÃOS E O AUMENTO DA VIOLÊNCIA. NA NOVA VERSÃO É A VEZ DE BRUCE WILLIS INTERPRETAR O HOMEM QUE ASSUME NAS PRÓPRIAS MÃOS O PAPEL DE JUIZ, JURI E EXECUTOR, PRECURSOR ATÉ MESMO DO PERSONAGEM “JUSTIÇEIRO”.

SOBRENATURAL: A ÚLTIMA CHAVE: A FRANQUIA “SOBRENATURAL” GANHA MAIS UM CAPÍTULO QUE CHEGA AOS CINEMAS EM 18 DE JANEIRO.